Base do Samu em São Gonçalo do Amarante passa por reforma e será reativada até segunda-feira

O secretário estadual de Saúde Pública, Luiz Roberto Fonseca, esteve na tarde desta quarta-feira (23), acompanhado da Coordenadora Geral do Serviço Móvel de Urgência (Samu 192/RN), Cecilia Picinin e do Secretário Municipal de Saúde, Jalmir Simões, visitando a base descentralizada do Samu, no município de São Gonçalo do Amarante. Durante toda esta semana, a unidade vem recebendo novas adequações em sua infraestrutura como pintura, sinalização, fixação de grandes em janelas e portas, construção de muro ao entorno do terreno, entre outros serviços, visando garantir melhor conforto e segurança aos profissionais que atuam no local.

 

Motivados pela necessidade de reforçar a segurança no local, as duas ambulâncias de Suporte Avançado que atuam no município e realizam uma média de 2.200 atendimentos por mês deixaram de fazer ponto base na unidade de São Gonçalo, que fica às margens da RN 160, e foram relocadas para a base central do Samu 192 RN, naBr 304, em Macaíba, onde existem equipes de segurança privada 24 horas.

 

Com o fim das adequações, por parte da Prefeitura Municipal, a base descentralizada do Samu 192 RN, em São Gonçalo do Amarante, volta a ser ativada, na próxima segunda-feira, dia 28 de abril.

 

“A transferência temporária da base do Samu de São Gonçalo do Amarante para a base central do órgão, que fica no município de Macaíba, foi necessária para que a Prefeitura pudesse reformar as instalações e com isso melhorar as condições de trabalho dos profissionais que atuam neste local. Até segunda-feira estaremos reativando a base em São Gonçalo, voltando a oferecer um serviço de qualidade e eficiente à população deste município”, disse o secretário estadual Luiz Roberto Fonseca.

 

O SAMU conta com um total de 25 bases descentralizadas, passando de uma cobertura populacional de 42% em 2011, para 75% em 2014, o que representa aproximadamente dois milhões de habitantes. A meta é chegar aos 85% até o final de 2014, marca superior ao que é atualmente realizado em estados do Centro-Sul do Brasil. A implantação das bases é um esforço conjunto das três esferas de governo: toda a parte de aquisição e manutenção de ambulância, fardamento, medicamentos e capacitação dos profissionais ficam com os governos Federal e Estadual. A prefeitura entra com a contratação dos profissionais que vão atender na unidade.