Mensagem de Hoje

31  de Janeiro

Cristo é tudo em todos.

Colossenses 3.11

O serviço de Cristo é o negócio da minha vida. A vontade de Cristo é a lei da minha vida. A presença de Cristo é o gozo da minha vida. A glória de Cristo é a coroa da minha vida.

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O Tabernáculo

As Partes do Tabernáculo

No Pátio: o altar de cobre para os sacrifícios e a pia.

No Lugar Santo: a mesa, o castiçal e o altar de incenso.

No Santo dos Santos: a Arca.

 

Simbolismo de cada Peça do Tabernáculo

Todo o Tabernáculo – A presença de Deus.

O pátio ou átrio – limites de aproximação do pecador a Deus.

Lugar Santo – formas de aproximação de Deus.

Santo dos Santos – Centro ou coração do Tabernáculo.

Altar de cobre – Remissão.

Pia – Santificação.

Mesa dos pães – Consagração ou comunhão com Deus.

Castiçal – Testemunho.

Altar de incenso – Oração ou adoração.

Arca – Presença de Deus.

 

Na ordem que Deus deu a Moisés para fazer estes objetos, a Arca foi lembrada em primeiro lugar (Êx 25.10). Era colocada no Santo dos Santos, onde só o sumo sacerdote podia entrar, uma vez no ano (Lv 16.2,29-31; Hb 9.7). A data em que o sacerdote entrava ali era no Grande Dia da Expiação, descrito em Levítico capítulo 16. O caminho para a presença de Deus ainda não estava aberto (Hb 9.8). Quando Jesus morreu, o véu do templo se rasgou abrindo este caminho.

 

A Arca (Êx 25.10-16,37; Hb 9.4).

A ARCA era uma caixa de madeira de cetim, coberta de ouro por dentro e por fora. O comprimento era dois côvados e meio, a largura um côvado e meio e a altura um côvado e meio. Acredita-se que estas dimensões correspondiam a l,25m x 0,75m x 0,75m. A largura e a altura eram iguais.

O comprimento é a eternidade de Deus, a altura, a divindade, a largura, a misericórdia, que se estende a todos os pecadores.

Em Efésios 3.18 vêm as dimensões do amor de Deus: “a altura”, atinge todas as raças e classes de pessoas. E o amor de Deus no espaço. “O comprimento”, o amor de Deus no tempo, desde Adão até o fim dos tempos. “A altura”, a divindade, santidade e onipotência. “A profundidade”, a misericórdia por meio do perdão, oferecido ao pecador mais aprofundado na impureza e na mal­dade…

A Arca tinha em seu interior: um pouco de maná, a vara de Aarão que floresceu e as tábuas da Lei (Hb 9.4). Quando Salomão edificou o Templo, só havia na Arca as duas tábuas da lei (1 Rs 8.9).

As tábuas de pedra representavam a justiça de Deus. O maná, o alimento dado por Deus no deserto (Êx 16.14,15), lembra a suficiência de Deus. A vara que floresceu (Nm 17.1-10), sinal da soberania de Deus, que escolheu Aarão e seus filhos para o sacerdócio.

A Arca ficava escondida aos olhos dos homens. O Santo dos Santos, onde ela estava, era separado do Lugar Santo, por uma cortina grossa, chamada também véu. Quando o sumo sacerdote ia lá, uma vez no ano, levava sangue para aspergir a tampa da Arca e o incensário, de modo que a fumaça a ocultava de sua vista. Com a morte de Jesus, fomos feitos sacerdotes e agora podemos ter acesso à presença de Deus. “Tendo pois, irmãos, ousadia para entrar no Santuário pelo sangue de Jesus” (Hb 10.19).

A tampa da Arca tinha o nome de Propiciatório (Êx 25.17-25); era de ouro puro, estava em cima dela formando um conjunto, apresentando a forma dum só objeto, figura de Jesus Cristo em sua pessoa e sua obra.

 

Nomes da Arca:

1. Arca do testemunho (Êx 25.22). 2. Arca do concerto ou da aliança com Deus (Nm 10.33). 3. Arcado Senhor Deus (1 Rs 2.26). 4. Arca sagrada ou santa (2 Cr 35.3). 5. Arca de teu poder ou tua força (SI 132.8).

 

História da Arca:

Feita no tempo de Moisés, era conduzida durante a viagem no deserto. Atravessou o Jordão (Js 3.3-17). Rodeou a cidade de Jerico em sua tomada (Js 6.4,9). Permaneceu em Silo cerca de 300 anos. Foi tomada pelos filisteus e devolvida (1 Sm 4-6).

Esteve em Bete-Semes e em Quiriate-Jearim. Davi a trouxe para Jerusalém e colocou-a numa tenda preparada por ele (2 Sm 1-17). Depois Salomão colocou-a no Templo (1 Rs 8.4-9). Aí deve ter permanecido até o fim do reino de Judá. Quando Israel foi para o cativeiro, o Templo deixou de funcionar, e nada mais a Bíblia diz sobre a Arca.

 

Tradições Sobre a História da Arca

Quando Nabucodonosor tomou Jerusalém, queimou a casa do Senhor, destruiu os vasos preciosos (2 Cr 36.19) e levou para Babilônia muita coisa que pertencia ao Templo. Entre estas coisas são mencionadas: vasos de cobre, de bronze, bacias, pás, colheres e muitos objetos de ouro e de prata (2 Rs 25.13-17).

Na volta do cativeiro, o rei Ciro deu ordem para serem devolvidos aos israelitas aqueles vasos que eram de uso sagrado. Esdras, estando à frente do povo, recebeu e levou para Jerusalém aquelas coisas que o rei mandou entregar (Ed 1.7-11). Não há qualquer referência à Arca na lista de coisas destruídas ou levadas por Nabucodonosor, nem entre as coisas devolvidas a Esdras. Para onde foi a Arca?

A Bíblia não diz nada sobre isto, mas entre os judeus e cristãos existem várias tradições e opiniões sobre o fim da Arca.

Os judeus têm notícia da Arca até o tempo do rei Josias, depois daquele tempo nada mais sabem. No Talmude há esta: “a Arca Sagrada existiu até o tempo do rei Yoshiahu (Josias), que a escondeu num dos departamentos do Templo” – “Talmud Shek 6,1 apud Meir Maslian Melamed”, A Lei de Moisés, pág. 142, rodapé.

Há um pensamento de que ela desapareceu para sempre, baseado na profecia de Jeremias: “…A Arca do concerto do Senhor, nem lhes virá ao coração, nem dela se lembrarão, nem a visitarão…” (Jr3.16b).

Esta passagem se refere à restauração de Israel, quando Jerusalém será o trono do Senhor e Deus criar novos céus e nova terra (ver Isaías 65.17,18). Se a profecia de Jeremias tem sentido literal, tem razão esta idéia. Não conhecemos outras passagens para confirmar.

Uma tradição judaica afirma que “desde o cativeiro babilônico a Arca está sepultada e um dia será descoberta”. Outra também judaica, diz que “um bloco de pedra foi colocado sobre o lugar onde estava a Arca”.

No livro apócrifo de Macabeus, há uma história que dá lugar a estas duas explicações dos judeus. Diz ali que”o profeta Jeremias levou a Arca, a Tenda e o Altar de incenso para o monte onde Moisés subiu para ver a herança de Deus, colocou numa caverna e fechou a entrada, de modo que ninguém pôde achar. Disse ainda o profeta que aquele lugar ficaria desconhecido, até quando Deus congregar o seu povo” (2 Macabeus 2.4-7). Esta história não tem valor espiritual, mas pode ter significação. Era tradição judaica do tempo dos Macabeus. Jeremias era sacerdote, assim tinha autori­dade para lidar com a Arca. Sabendo ele que Jerusalém seria tomada, poderia ter escondido a Arca.

 

O altar de Incenso (Êx 30.1-9; 34-38)

O incenso é símbolo de nossas orações (SI 141.2; Ap 5.8; 8.3). Este altar ficava diante do véu (Êx 30.6), porque nossas orações são dirigidas à presença de Deus. O incenso era feito por uma receita especial que não podia ser usada para fins humanos. Nossa oração tem uma forma peculiar, diferente das petições dirigidas aos homens.

O crente foi redimido pelo sacrifício de Jesus, agora tem direito de ir ao lugar das orações: a oração é o contato com Deus, a comunhão e a adoração.

Para Deus, o incenso queimado era considerado como “cheiro suave”. As orações feitas segundo sua vontade, são coisas agradáveis para Ele.

A oração expressa humildade, porque aquele que ora não confia em si mesmo. Deus dá sua graça aos humildes.

Ao mesmo tempo expressa fé. Apelando para Deus, o peca­dor salvo confia na solução de seus problemas e necessidades. Quem pede, recebe alguma bênção (Mt 7.7). Quem pede exa­tamente conforme a vontade de Deus, recebe exatamente o que pede (Jr 29.12; 1 Jo 3.22; 5.14).

A harmonia entre Deus e o crente é referida em algumas frases bíblicas: “Deleita-te também no Senhor, e ele te concederá o que deseja o teu coração” (SI 37.4). “E buscar-me-eis, e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração” (Jr 29.13).

O incenso para o crente é também adoração (1 Ts 5.18; Ef 5.20). Nossa oração tem de apresentar a Deus não somente súplica, mas adoração e louvor, que lembra agradecimento.

Além de ser aplicado a nós, o altar de incenso é tipo de Jesus Cristo, nosso Mediador. Ele roga ao Pai pelos que são dele (Jo 17.9-21). Vivendo sempre para interceder por nós (Hb 7.25). ” …O qual está à direita de Deus, e também intercede por nós” (Rm 8.34b). Jesus certa vez disse a Pedro: “…Satanás vos pediu para vos cirandar como trigo; Mas eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça…” (Lc 22.31-32a).

 

O Castiçal (Êx 25.31-40; 37.17-24)

O castiçal era uma peça de ouro puro, com sete pontas ou extremidades que serviam de lâmpadas. Era feito para alumiar, sua significação era testemunho ou luz. Na vida pública do crente, estas palavras são sinônimas. Sereis minhas testemunhas (At 1.8). “Vós sois a luz do mundo… assim brilhe a vossa luz diante dos homens…” (Mt 5.14-16a).

A responsabilidade do crente aqui no mundo é viver de tal modo que os descrentes conheçam o poder de Deus por meio de sua vida. Testemunho é depoimento de quem presenciou algum fato. Só tem autoridade para dar testemunho de Jesus quem experi­mentou o contato com Ele. Este contato consiste em percorrer todos os pontos, representados pelos objetos que faziam parte do Tabernáculo: Altar de cobre, a conversão; a Pia, a separação do pecado; a Mesa, a comunhão com Deus e chegar ao castiçal para servir de testemunha do Senhor.

Moisés, quando esteve no monte com Deus, ficou com o rosto resplandecente (Êx 34.29,30,35). E não sabia que a pele de seu rosto resplandecia. Quem está cheio do poder de Deus, é humilde, não vê a si mesmo. Quem vê sua própria espiritualidade, está errado. Quando Elias disse: “Sou muito zeloso… fiquei só” (1 Reis 19.14), estava onde Deus não queria. O fariseu que orou a Deus assim: “…não sou como os demais homens…” (Lc 18.11b), não foi aceito por Deus, não voltou justificado.

O crente unido ao Castiçal recebe a luz perfeita, de sete bicos, é dominado pela humildade e seu testemunho tem poder para realizar grandes coisas. Em Efésios 5.14 há uma promessa da luz de Cristo, seguindo uma exortação dirigida ao crente: “…Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te esclarecerá”.

O Castiçal é tipo de Jesus Cristo porque ele é “…a luz verdadeira, que alumia a todo o homem que vem ao mundo” (Jo 1.9).

Paulo, no caminho de Damasco, viu uma luz mais forte que o sol. Era Jesus chamando o perseguidor para a conversão (At 26.13-15).

“E a condenação é esta: Que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más” (Jo 3.19). “…Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida” (Jo 8.12b).

 

A Mesa (Êx 25.23-30; 37.10-16)

O crente, entrando no santuário pelo sangue de Jesus, é sacerdote de Deus e está no meio do ambiente celestial. Seu lugar é na mesa, para comer o pão sacerdotal. É um privilégio concedido aos filhos de Deus. Sejamos vigilantes para que nada nos prive de participar com alegria desta bênção.

A Mesa tinha as mesmas dimensões da Arca. Nela estavam sempre os pães da proposição (Êx 25.30) que eram doze (Lv 24.6), segundo o número das tribos de Israel.

O significado da Mesa é a comunhão com Deus. Jesus é o pão da vida (Jo 6.35-48). A palavra proposição aqui tem o sentido da presença: os pães estavam sempre diante do Senhor.

Outro simbolismo da mesa com os pães é consagração. O dever do crente é viver continuamente na presença de Deus, para consagrar tudo de sua pessoa e de sua vida ao serviço do Senhor.

Esta consagração resulta de um melhor entendimento do que Jesus Cristo fez pelos pecadores e uma compreensão melhor da grandeza do amor de Deus.

Quem se alimenta de Cristo e de sua palavra, melhora sua comunhão com Deus e progride na consagração.

Aqueles pães eram destinados aos sacerdotes. Nós todos agora somos sacerdotes (1 Pe 2.9; Ap 5.10; 20.6), porque o véu do Templo se rasgou com a morte de Cristo.

A mesa com os pães também representa Jesus Cristo. Ele é o pão que desce do céu, para que todo o que dele comer não morra (Jo 6.50).

Purificados pelo sangue de Jesus, temos comunhão uns com os outros e com o Pai (1 Jo 1.3). Como pão da vida, ele diz:”… quem comer este pão viverá para sempre” (Jo 6.58b).

 

A Pia (Êx 30.18-21; 38.8)

Também é chamada bacia. Servia de lavatório. Os sacerdotes tinham de lavar ali as mãos e os pés (Êx 30.20,21).

Seu significado é santificação. Depois de identificado com a morte de Cristo para redenção, o pecador precisa ter contato com a pia para ser mais santo (Ap 22.11).

“…a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação… Ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas…” (Tt 2.11,12b). A graça de Deus fala da salvação e, esta renúncia, de santificação.

A Pia continha água, único elemento capaz de matar a sede e de lavar o sujo. Qualquer líquido que acabe com a sede tem de ter 90% de água ou mais. Para lavar um corpo grande, só a água resolve. Outras substâncias servem para tirar manchas, mas precisam da cooperação da água.

Deus promete derramar água pura para limpar o pecador de suas imundícies (Ez 36.25,26).

A Pia é tipo de Jesus Cristo, que disse: “…Se eu não te lavar, não tens parte comigo” (Jo 13.8b). Noutra ocasião: “Mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede” (Jo 4.14a).

Beber desta água é aceitar a salvação. “…Se alguém tem sede, venha a mim, e beba. Quem crê em mim… rios de água viva correrão do seu ventre. E isto disse ele do Espírito que haviam de receber…” (Jo7.37-39).

A água purificadora da Pia representa a Palavra de Deus. Na oração pelos discípulos, Jesus pediu: Santifica-os na verdade: a tua palavra é a verdade” (Jo 17.17). E o salmista diz:”Como purificará o mancebo o seu caminho? Observando-o conforme a tua palavra” (SI 119.9).

A santificação vem pela confissão dos pecados a Jesus. “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo, para nos perdoar…” (1 Jo 1.9a). A Igreja de Jesus Cristo é purificada “com a lavagem da água, pala palavra” (Ef 5.26b).

Não dá resultado pedir santificação ou planejar santidade sem confessar os pecados, e sem aplicar a Palavra de Deus ao coração e à vida prática. Pelas igrejas aparecem pessoas que querem aparentar santidade pelos caminhos da carne. O resultado são as divisões (Jd 19), os relatórios falsos e os escândalos.

A santificação só vem pelo reconhecimento e confissão dos pecados (1 Jo 1.9), a aplicação do sangue de Jesus para perdão (1 Jo 1.7) e a lavagem pela palavra de Deus (Jo 17.17; Ef 5.26).

 

Altar de Cobre (Êx 27.1-8; 38.1-7)

E símbolo da remissão que o Filho de Deus realizou em favor do homem perdido.

Estava colocado à entrada do Átrio do Tabernáculo. Era o primeiro objeto encontrado por todo aquele que fosse ao Taber­náculo. Para chegar-se a Deus, o pecador tem de passar primeiro pelo sacrifício do Cordeiro de Deus, que foi imolado na cruz.

No altar ardia um fogo contínuo, uma fumaça subia todo o tempo, e o sangue era derramado sem interrupção.

O fogo – símbolo da cólera divina, a fumaça – manifestação da mesma cólera e o sangue – uma vida sacrificada pelo culpado.

O Altar era de madeira de cetim e de cobre. Se fosse só de cobre, seria pesado demais para transportar. A união da madeira e do cobre representa a dupla natureza de Jesus Cristo.

Havia quatro chifres nos ângulos, dirigidos para cima.

Chifre no Velho Testamento sempre é sinal de força e poder. Também os chifres ou pontas do altar serviam de refúgio. Um criminoso que pusesse a mão sobre as pontas do Altar estava protegido, o vingador não tinha poder para matá-lo. Só depois de julgada sua culpa, era entregue ao castigo (Êx 21.14; Nm 35.33; Dt 19.13).

Quando Joabe (1 Reis 2.28) pegou nas pontas do Altar, o sacerdote Benaia não quis matá-lo. Só depois que Salomão deu ordem, foi que ele executou.

O principal uso do altar era receber os holocaustos e todas as outras ofertas (ver Levítico caps. 1 a 7).

O Altar de Cobre é tipo de Jesus Cristo que “na consumação dos séculos uma vez se manifestou, para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo” (Hb 9.26b).

O pecador que quiser ir à presença de Deus tem de percorrer este caminho: passar pelo Altar de cobre, Jesus Cristo na cruz; lavar as mãos (Tg 4.9) na Pia, o poder do sangue; fazer brilhar sua luz em contacto com o Castiçal, a luz de Jesus Cristo; participar da Mesa, Jesus o pão da vida; oferecer suas orações no Altar de Incenso; passar pelo véu que Jesus rasgou com a morte e finalmente chegar à Arca.

Mendigo cantando louvor é sucesso na internet

Nos dias de hoje é muito difícil saber quando algo postado na internet é verdadeiro ou apenas produzido para chamar atenção. Mas de tempos em tempos surgem surpresas agradáveis.

Desde ontem (30) um vídeo vem fazendo sucesso no Youtube por conta de um aspecto, a surpresa. A gravação não oferece muitos detalhes, mas seria um fato ocorrido em uma igreja evangélica. Um mendigo teria entrado para pedir algo e, quando o pastor vai conversar com ele, acaba tendo uma surpresa. O jovem começa a cantar um hino numa bela interpretação “a capela”. Os vários comentários no Youtube e no Facebook mostram o entusiasmo das pessoas ao ouvirem a música “Um Milagre em Jericó”, sucesso na voz de Marcelo Nascimento.

Após dois minutos de louvor bem afinado, o vídeo encerra sem anunciar o nome do cantor, o que tem deixado muitos internautas curiosos. Muitos pedem informações sobre como ajudar o mendigo cantor, outros se dizem emocionados.

Um Milagre Em Jericó

Numa cidade, chamada Jericó,
Anunciaram que Jesus ia passar.
Havia um homem humilhado, desprezado e solitário,
Pois não tinha como ver
A glória de Deus.
Mas quando ouviu
Que por ali ia passar
Um homem que tudo podia resolver,
Então em seu coração
Despertou esperança.
Naquele instante Bartimeu clamou assim:

Jesus filho de Davi
Tenha compaixão de mim,
Jesus filho de Davi
Atenda o meu clamor

Obs.  É bonito ver um bom louvor, o meu questionamento é: O que a igreja tem feito por esse pobre homem? E não vem com essa que vamos orar que Jesus vai liberta-lo não. Tenho certeza que ele precisa de ajuda, a salvação é com Deus, mas a nossa parte como igreja, fizeram?

Eu fiz um trabalho de evangelização nas madrugadas com pessoas drogadas, mendigos ,prostitutas, homossexuais e etc… pessoas que agente encontrava na noite.Mas as pessoas que aceitavam agente pensava: Pra onde nos vamos leva esse povo? Não existe um projeto social das igrejas pra ajudar pessoas assim. Até procuramos quem poderia nos ajudar, mas foi em vão. Investimento na obra de Deus é caro pra alguns que só pensam em seus próprio bolso. Infelizmente a obra de Deus não é prioridade pra as igrejas. Fato

Frases

As promessas de Deus são tão boas quanto pagamento à vista.
Billy Bray

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Muitas vezes os homens engolem suas palavras, mas Deus nunca engole as dele.
Thomas Brooks

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As possibilidades da oração correm paralelas às promessas de Deus.
E. M. Bounds

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A ressurreição de Cristo é o amém de todas as suas promessas.
John Boys

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Deus nunca prometeu resolver nossos problemas nem responder às nossas interrogações… Ele prometeu estar conosco.
Elisabeth Elliot

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Nunca devemos prometer a nós mesmos mais do que Deus nos prometeu.
Matthew Henry

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Os propósitos de Deus são promessas ocultas; as promessas, seus propósitos revelados!
Phillip Henry

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O meu futuro é tão resplandecente quanto as promessas de Deus.
Adoniram Judson

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As promessas de Deus nunca precisaram pedir ajuda às probabilidades morais.
Thomas Sherlock

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Se você se apropria de uma promessa, ela não precisa ser surrupiada; você pode apossar-se dela com coragem e dizer: “Isto é meu”.
C. H. Spurgeon

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A Bíblia está pontilhada de promessas feitas à oração.
Thomas Watson

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A montanha de bronze

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Em uma terra distante, havia uma montanha de bronze tão alta que parecia tocar as nuvens. A cada cem anos, aparecia um pássaro para afiar o seu bico no alto daquela montanha.

 

Um velho sábio vivia em uma cabana ao pé da montanha. Certo dia, ele foi procurado por um discípulo que estava intrigado com uma questão:

 

“O senhor sempre me diz que a vida é passageira, e que depois vamos para a eternidade. Mas o que é eternidade?”

 

O mestre sorriu, respirou calmamente, olhou para a grande montanha de bronze e respondeu:

 

“Você sabe que, uma vez a cada século, vem um pequeno pássaro afiar o bico no cume daquela montanha de bronze… Então imagine comigo: se algum dia essa montanha vier a se extinguir por causa disso, desgastada pelo bico dos pássaros que aqui vêm a cada cem anos, esse tempo ainda não seria nada perto da eternidade…”