Mensagem de Hoje

30 de Março

Apanhai-me as raposas, as raposinhas,

que fazem mal às vinhas, porque as nossas vinhas estão em flor.

Cantares de Salomão 2.15

Como são numerosas as raposinhas! Pequenas con­cessões ao mundo; desobediência à consciência nas pe­quenas coisas; pequenas indulgências para com a carne às custas das obrigações; pequenos lances de esperte­za; atos maus nas pequenas coisas, para que resulte em bem; e os frutos da vinha são sacrificados!

Hudson Taylor

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RECUSOU O PERDÃO

 

Um moço cometeu um grande crime e foi condenado à morte, pelo que revoltou-se contra tudo e contra todos. Não recebia as visitas, não queria falar com ninguém, nem mesmo com a sua própria mãe.

Por outro lado, sua mãe não se cansava de lutar para conseguir a comutação da pena. Falou com todas as auto­ridades e finalmente foi ao governador. A pena foi comuta­da.

Aquela pobre mulher saiu radiante de alegria. Foi levar a notícia ao filho condenado. Exultava pelo caminho. Ago­ra ela tinha a solução para o grave perigo que ameaçava o rapaz.

Mas que decepção!… Nem para receber aquela boa notícia que ele ignorava, quis receber a pobre mulher. As­sim, morreu, sem saber que o governador o perdoara.

“Lançai de vós todas as vossas transgressões com que transgredistes, e criai em vós um coração novo e um espíri­to novo; pois por que razão morreríeis, ó casa de Israel? Porque não tomo prazer na morte do que morre, diz o Se­nhor Jeová; convertei-vos, pois, e vivei!” (Ez 18.31,32).

Babilônia Na História Biblíca

Sumário: Introdução. I – História de Babilônia. II – Geografia de Babilônia. III A grandeza de Babilô­nia. IV – Babilônia e o povo de Judá. V – O fim de Babi­lônia.

 

INTRODUÇÃO

Babilônia, nas Sagradas Escrituras, é sinônimo de po­der e glória. A história desse império, simbolizado pelo ou­ro, é antiquíssima. Trata-se de uma das primeiras civiliza­ções da Terra. As crônicas babilônicas estão intimamente associadas com as da Mesopotâmia – berço da raça huma­na.

Como não associar, também, a história babilônica à hebraica? Séculos de convívio, nem sempre belicosos, li­gam ambos os povos. Babilônios e hebreus, segundo alguns estudiosos, são oriundos de uma mesma família semita. O patriarca Abraão, a propósito, é originário de Ur dos Caldeus.

Conhecer Babilônia é, acima de tudo, vislumbrar as funestas conseqüências da soberba humana.

 I – HISTÓRIA DE BABILÔNIA

Como já dissemos, Babilônia é uma cidade antiquíssima. A data de sua fundação é incerta. No entanto, sua conexão com Acad e Calnesh (Gn 10.10), leva-nos a supor te­nha sido ela estabelecida por volta de 3.000 a.C! A história da mais importante metrópole do Fértil Crescente não passa de uma longa série de sangrentas lutas. Ambiciosos soberanos encetaram as mais renhidas guerras para expan­direm Babilônia e preservarem seu território.

Babilônia foi sitiada vezes sem conta. É difícil calcu­lar, também, quantas vezes seus muros e templos foram arrasados. Ávidos inimigos despojavam-na, com freqüên­cia, de seus fabulosos tesouros. Seus orgulhosos habitantes sofreram os mais inumanos ataques. Essa opulentíssima cidade, todavia, levantava-se com mais brilho e pujança até tornar-se, no tempo de Nabucodonozor, em uma das maravilhas do mundo.

Durante séculos, Babilônia permaneceu sob a tutela assíria. O governador da Caldéia, Nabopolassar, levanta-se, porém, contra a hegemonia de Nínive. Auxiliado pelos medos, sacode de si o jugo assírio. Em 622 a.C, ele é pro­clamado rei, em Babilônia. Tem início, dessa forma, uma nova dinastia na Mesopotâmia. O intrépido monarca com­bate, sem tréguas, o exército assírio. Com a tomada de Nínive, consolida, definitivamente, a sua soberania nessa região.

O novo império, entretanto, teria de se defrontar com a ambição egípcia. Neco, rei do Egito, aproveitando-se dos insucessos da Assíria, enceta uma grande campanha con­tra o poder emergente de Babilônia. Chega a apoderar-se, inclusive, da metade do Fértil Crescente. Seu triunfo, po­rém, não é duradouro.

Nabucodonozor dirige-se contra o faraó e o vence em Carquemis, no ano 606 a.C. (Quando celebrava a vitória, o príncipe herdeiro de Babilônia recebe a triste notícia da morte de seu pai. Regressa, então, imediatamente à capi­tal do novel império onde, no ano seguinte, é coroado rei.

Empreendedor, dá início a gigantescas construções que fa­riam de seu reino, em tempo recorde, uma das maiores ma­ravilhas do mundo.

 II GEOGRAFIA DE BABILÔNIA

Babilônia abrange os territórios da Mesopotâmia que vai de Hit e Samaria, no Norte de Bagdá, até o Golfo Pérsi­co. As possessões babilônicas ocupavam, por conseguinte, os antigos territórios de Sumer e Acad.

Babilônia foi plantada em uma fértil região, onde as chuvas eram constantes, possibilitando o surgimento, no local, de grandes civilizações, desde os primórdios da hu­manidade. Foi justamente nessa abençoadíssima área que floresceu o império de Nabucodonozor. Até os dias de hoje, Babilônia lembra opulência e prosperidade.

Essa notória cidade vem despertando crescente inte­resse de judiciosos pesquisadores. Em 1956 e 1957, arqueó­logos norte-americanos constataram a existência de uma vasta rede de canais entre Bagdá e Nippur. Esse sistema de irrigação, super-avançado na época, fez de Babilônia uma potência agrícola.Enquanto outros povos passavam ingentes necessidades, os babilônios desfrutavam de fartu­ra. A escassez de alimentos era algo ignorado pelos cal-deus.

Nessa região, as pedras eram bastante raras. Em com­pensação, havia abundância de cerâmica. Por isso as cons­truções babilônicas consistiam, basicamente, de tijolos.

Além da cidade de Babilônia, propriamente dita, ha­via, também, a Grande Babilônia formada pelas seguintes cidades-satélites: Sippar, Kuta, Kis, Borsippa, Nippur, Uruk, Ur, Eridu. Babilônia ficava sobre o Eufrates. Dizem os estudiosos que poucas cidades foram tão privilegiadas pela natureza como essa. Com sobeja razão, pois, é consi­derada a metrópole dourada.

 III A GRANDEZA DE BABILÔNIA

A primeira tarefa de Nabucodonozor foi reconstruir Babilônia, destruída por Senaqueribe, em virtude de suas muitas rebeliões. Para conseguir o seu intento, o monarca caldeu desfechou diversas campanhas, objetivando levar para a cidade milhares de cativos para reconstruí-la.

Entre outras coisas, construiu um muro em redor de Babilônia. Dizem os entendidos que se tratava, realmente, de uma formidável muralha. Visava Nabucodonozor tor­nar inexpugnável a capital de seu império. Humanamente falando, nenhuma potência estrangeira poderia tomá-la. Tão largos eram esses muros, que duas carruagens pode­riam trafegar sobre eles tranqüilamente.

O maior mérito desse empafioso soberano, entretanto, foi reedificar Babilônia. Historiadores antigos, como Heródoto, maravilharam-se ante a imponência e a grandiosida­de dessa cidade. Para alguns mais exaltados, só os deuses seriam capazes de erguer tal monumento, à soberba huma­na, é claro.

Babilônia estava edificada sobre ambas as margens do rio Eufrates. Protegia-a uma dupla muralha. De acordo com os cálculos fornecidos por Heródoto, esses muros, com 56 milhas de circunferência, encerravam um espaço de 200 milhas quadradas. Buckland, em seu Dicionário Bíblico Universal, dá-nos mais alguns detalhes acerca das grande­zas babilônicas: “Nove décimas partes dessas 200 milhas quadradas estavam ocupadas com jardins, parques e cam­pos, ao passo que o povo vivia em casas de dois, três e qua­tro andares. Duzentas e cinqüenta torres estavam edificadas por intervalos nos muros, que em cem lugares estavam abertos e defendidos com portões de cobre. Outros muros havia ao longo das margens do Eufrates e juntos aos seus cais. Navios de transporte atravessavam o rio entre as por­tas de um e de outro lado, e havia uma ponte levadiça de 30 pés de largura, ligando as duas partes da cidade. O grande palácio de Nabucodonozor estava situado numa das extremidades desta ponte, do lado oriental. Outro pa­lácio, a admiração da humanidade, que tinha sido começa­do por Nabopolassar, e concluído por Nabucodonozor, fi­cava na parte ocidental e protegia o grande reservatório. Dentro dos muros deste palácio elevavam-se, a uma altura de 75 pés, os célebres jardins suspensos, que se achavam edificados na forma de um quadrado, com 400 pés de cada lado, estando levantados sobre arcos.”

Ao construir Babilônia, símbolo de sua opulência, Na-bucodonozor não se esqueceu de reverenciar os falsos deu­ses. O Templo de Bel é um exemplo desse exagero idolátri-co. Esse monumento, com quatro faces, constituía-se em uma pirâmide de oito plataformas, sendo a mais baixa de 400 pés de cada lado. Quem nos descreve essa irreverência da engenhosidade humana é o já citado Buckland: “Sobre o altar estava posta uma imagem de Bel, toda de ouro, e com 40 pés de altura, sendo também do mesmo precioso metal uma grande mesa e muitos outros objetos colossais que pertenciam àquele lugar sagrado. As esquinas deste templo, como todos os outros templos caldaicos, corres­pondiam aos quatro pontos cardeais da esfera. Os mate­riais, empregados na grandiosa construção, constavam de tijolos feitos do limo, extraído do fosso, que cercava toda a cidade.”

A grandiosidade de Babilônia levou Nabucodonozor a esquecer-se de sua condição humana e a julgar-se o próprio Deus. Em conseqüência disso, ele foi punido pelo Todo-poderoso. Só reconheceu a sua exigüidade, depois de pas­sar sete anos com as bestas feras.

IV – BABILÔNIA E O POVO DE JUDÁ

Deus, sem dúvida alguma, permitiu a ascensão de Ba­bilônia para punir a impenitência das nações do Médio Oriente. Nem mesmo Judá escaparia da ação judicial do Eterno. A tribo do rei Davi, que se convertera no Reino do Sul, em virtude do cisma israelita ocorrido em 931 a.C, perverteu a aliança mosaica. A maioria dos soberanos ju­deus adorou e permitiu a adoração de falsos deuses, indu­zindo o povo à apostasia.

Não obstante a candente advertência dos santos pro­fetas, os judeus continuaram reticentes. O Senhor Deus, por isso, resolveu puni-los. Quem seria o instrumento de sua justiça? Respondem os profetas: Babilônia. Conforme já dissemos, tão logo Nabopolassar vence os últimos redu­tos da resistência assíria, volta-se para a Palestina, dispos­to a conquistá-la e aumentar o seu império. – O que pode­ria fazer Judá para conter a avalanche babilônica? – Na­da; absolutamente nada. Para Jeremias, por exemplo, o fim do Reino de Judá viria inexoravelmente. O profeta, por isso mesmo, recomendou ao monarca judaíta que se sub­metesse ao soberano babilônico.

Nabopolassar, todavia, não pôde dar consecução aos seus planos de expansão territorial, em virtude de sua mor­te inesperada. Caberia, por conseguinte, ao seu filho e su­cessor natural, Nabucodonozor. assegurar a hegemonia babilônica no Médio Oriente. Após ser coroado, o jovem mo­narca volta a sua atenção à terra de Judá.

Depois de vencer as forças judaicas, Nabucodonozor faz de Jeoaquim seu vassalo. O representante da dinastia davídica obriga-se a enviar a Babilônia, regularmente, vultosos impostos. Em 603 a.C, porém, o rei de -Judá resol­ve não mais cumprir os compromissos assumidos com o re­gime babilônico.

Irado, Nabucodonozor dirige-se a Judá e a sitia. Che­ga ao fim o Reino do Sul, fundado por Roboão. O monarca babilônico, ainda insatisfeito, prende o rei Joaquim, juntamente com a nobreza judaica, e o deporta para a Babilô­nia. Entre os exilados, encontram-se, Daniel, Sadraque, Mesaque e Abednego. Como despojo, o destemido conquis­tador leva consigo os vasos sagrados da Casa do Senhor.

No ano seguinte, Zedequias assume o trono de Judá. Títere, seria obrigado a pagar, fielmente, tributos a Nabu­codonozor. Durante oito anos, o sucessor de Joaquim man­tém-se fiel a Babilônia. Em 597, porém, subleva-se, cau­sando a destruição de Jerusalém e a deportação dos restan­tes filhos de Judá. Na terra desolada, ficaram apenas os pobres.

O castigo de Jerusalém foi indescritível. Os exércitos de Nabucodonozor caíram como gafanhotos sobre a cidade do Grande Rei. Destruíram seus palácios, derribaram seus muros e deitaram por terra o Santo Templo. O lugar mais santo e mais reverenciado pelos hebreus não mais existia. O mais suntuoso monumento do Médio Oriente não passa­va, agora, de um monturo. Os judeus, doravante, anda­riam errante, por 70 anos em uma terra estrangeira e idola­tra. O exílio, contudo, seria assaz benéfico à progênie de Abraão, que não mais curvar-se-ia ante os falsos deuses.

V – O FIM DE BABILÔNIA

O Império Babilônico, fundado por Nabopolassar, não teve uma vida bastante longa. Em menos de um século, já emitia sinais de fraqueza e degenerescência. Enquanto is­so, a coligação medo-persa fortalecia-se continuamente e se preparava para conquistar a dourada prostitura do Fér­til Crescente – Babilônia.

Em 538 a.C, quando Belsazar participava, juntamen­te com seus altos oficiais e suas prostitutas, de uma desen­freada orgia, os exércitos medo-persas tomaram Babilônia, transformando-a em uma possessão ariana. Naquela mes­ma noite, a propósito, o Todo-poderoso revelara, por inter­médio de Daniel, quão funesto seria o fim do domínio babi­lônico.

Dario, um dos mais destemidos e proeminentes gene­rais de Ciro II, tomou Babilônia e matou o libertino Belsa­zar. Tinha início, assim, o Império Medo-persa.

Missão quer evangelizar um milhão de pessoas pela internet nesta Páscoa

#FallingPlates [Pratos que caem] é um filme evangelístico de quatro minutos que fala sobre vida, morte e amor. Mais de 500 mil pessoas já assistiram o original no YouTube. Centenas de cópias foram postadas em outros canais e legendadas em mais de 40 línguas.

O material é uma produção de 2012, da missão Cruzada Estudantil e Profissional para Jesus. Seu objetivo agora á compartilhar Jesus com um milhão de pessoas nesta Páscoa usando o vídeo para gerar o diálogo e resultar em um convite para o culto de Páscoa.

“Os pratos que caem querem mostrar o que há de tão bom na Sexta-feira Santa”, explica o produtor-executivo, Howard Crutsinger. “Estamos pedindo que as pessoas usem as redes sociais e blogs para compartilhar nosso vídeo. Queremos ver um milhão de pessoas ouvindo essa mensagem sobre Jesus nesta Páscoa!”

O filminho foi produzido em uma linguagem jovem, mostrando como a vida pode começar feliz como Deus a criou para ser. De repente, quebrou-se, pois a vida deixa os seres humanos manchado pelo pecado e desesperados. Mas o Deus criador revela que deseja um relacionamento verdadeiro com cada pessoa, demonstrando o seu amor para restaurar a humanidade. Essa é a verdadeira mensagem da Páscoa. Se gostar, compartilhe o link dessa matéria nas redes sociais com a #fallingplates e ajude a Cruzada a alcançar vidas. Com informações de Urban Christian News.

Assista o video

 

Marco Feliciano nega ser racista e homofóbico no Agora é Tarde

O programa Agora é Tarde desta quinta-feira (28) recebeu o pastor Marco Feliciano. Entrevistado pelo humorista Danilo Gentili, o deputado lamentou só ter a oportunidade de “falar sobre coisas sérias em programas de humor”.

Durante o programa, Gentili, que já foi evangélico na adolescência, questionou o pastor sobre todo o imbróglio que se desenvolve desde sua eleição para a Comissão de Direitos Humanos. Curiosamente, Feliciano reconheceu que tratou-se de uma questão meramente política ele ter ficado com uma Comissão “quase inexpressiva”. Porém, tem sido valorizada após a sua eleição.

Questionado pelo entrevistador sobre a traição do PT, que o indicou e, com isso, desviou a atenção do fato de dois mensalistas condenados ocuparem a Comissão de Constituição e Justiça. O deputado estaria sendo um “bode expiatório”.

Feliciano atribuiu a perseguição que tem sofrido à militância LGBT, que segundo ele, exerce uma influência exagerada no Brasil. O pastor negou que seja racista, lembrando que sua mãe é negra e que fez trabalhos na África. Insistindo que suas colocações no Twitter foram distorcidas, tentando se defender de algumas das acusações feitas contra ele.

Ressaltou que o governo Dilma está perdendo o apoio dos evangélicos com toda a repercussão negativa de sua eleição. Afinal, o PT abriu mão da presidência dessa comissão após anos, apoiou sua eleição e agora se voltou contra ele.

Também negou ser homofóbico, insistindo que “a sociedade brasileira não está preparada” para demonstrações públicas de homossexualismo. Questionado sobre o que faria se um filho fosse homossexual, disse que não aprovaria sua conduta, mas o continuaria amando.

Negou que os pastores ligados à sua igreja sejam funcionários fantasmas da Câmara dos Deputados.  Durante a conversa, o pastor afirmou ainda ser contrário as pesquisas com células tronco, favorável ao sexo somente dentro do casamento, contrário ao sexo anal, e nega a teoria da evolução.

Curiosamente, Gentili mostrou cenas do talk show de Marco Feliciano, que tem o cenário “inspirado” no do programa Agora é Tarde.

Mensagem de Hoje

29 de Março

A vereda dos justos é como a luz da aurora que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito.

Provérbios 4.18

Comecei agora nessa vereda de amor e conhecimento celestial? Estou nela progredindo? Estou vendo alguns raios da luz celeste, garantias e antepastos do dia pleno de glória? Que todos os procedimentos de Deus sirvam para me apressar no caminho. Que cada influência que Ele se compraza em enviar seja como a coluna de nuvem de outrora, dirigindo-me a levar mi­nha tenda adiante, dizendo: “Levantai-vos e parti, pois este não é vosso descanso”. Que eu sempre esteja pou­sado sobre os mais altos montes da fé, esperando pelo “dia do Senhor” – o sol nascente que jamais se porá sob nuvens de choro. Que progresso maravilhoso! Como todos os ensinos da terra, seus exaltados avanços e suas filosofias de ponta encolhem-se em balbucio infantil, comparados a esse conhecimento humano! O Céu será o verdadeiro “excelsior”, com seu “cântico dos degraus”, Jesus liderando seu povo à glória, cada vez mais alto, dizendo como disse a Natanael: “Coisas maiores do que estas verás!”

O FOGO NO CANAVIAL

Um crente tinha uma grande plantação de cana. Hor­rorizado, viu o fogo devorador que, partindo do lado dos vi­zinhos, ameaçava o seu canavial. 0 primeiro ato daquele servo de Deus foi ajoelhar-se e permanecer ali, horas em oração. 0 fogo continuava o seu caminho, indiferente. Quando atingiu o limite das plantações, milagrosamente o vento mudou de direção, soprando para o lado de onde vie­ra, e nada mais tendo para queimar, extinguiu-se sozinho o fogo;

“Jesus, porém, respondendo, disse-lhes: Em verdade vos digo que, se tiverdes fé e não duvidardes… se a este monte disserdes: Ergue-te e precipita-te no mar, assim se­rá feito; e tudo o que pedirdes na oração, crendo, o recebe-reis” (Mt 21.21,22).