Fotojornalismo

Jpeg

 

Sou fotografo deste de 1992, comecei fazendo festinha e fotografando crianças em colégio. Meu professor foi o meu amigo Heracles Dantas. Entrei pra fazer fotojornalismo em 1996 fazendo ronda policial no antigo Jornal de Natal. Ai foi que descobrir a minha grande paixão. Fotojornalismo! Sei, que como fotografo de eventos a gente pode até ganhar mais dinheiro, mas não estaria realizado. Então sigo o meu coração. Amo fotojornalismo. Não gosto de fotografar casamento e etc..Faço, mais não gosto. Mas sou apaixonado pela rua, discutir a pauta, criar um novo angulo, mostra ao mundo o que vejo em através de um quadradinho, transformar imagem em documento, trazer a noticia na foto, escrever com a luz e etc… Um dia estou com o presidente da Republica outro dia estou nas favelas e assim a vida segue. O meu primeiro objetivo aqui no meu estado foi alcançado. Deste que comecei no fotojornalismo, eu tinha o objetivo. Chegar na Tribuna do Norte, cheguei. Equipe boa, Júnior Santos Santos,Alex RégisAldair DantasRodrigo Sena SenaEmanuel Amaral,Adriano AbreuAlex FernandesJoao Maria Alves, e a chefa Ana Silva. Estamos ai pra o que der e vier… Valeu galera…Vamos fotografar porque o resto a gente escreve…

O SENHOR É QUEM TE GUARDA

 

Culto e santo foi J. W. Bashfor, que se deleitava em ser­vir ao seu Mestre onde quer que o dever o chamasse. Por is­so, depois de haver servido a uma grande congregação como pastor e também a uma grande universidade, como presidente, deixou tudo e foi para a China. Ali fazia jorna­das longas e difíceis, e, muitas vezes, perigosas.

Um incidente em sua vida indica a fonte de sua força: Chegou certa noite a uma aldeia e achou o hotel já todo ocupado. O hoteleiro, entretanto, ofereceu-lhe uma cama-de-vento e lhe deu licença para dormir debaixo das árvo­res. Avisaram-lhe, porém, que havia ladrões por ali.

Ficando acordado por algum tempo, pensava nestas palavras: “…aquele que guarda Israel, nem cochila nem dorme. Jeová é quem te guarda” (SI 121). Então orou: -“Bendito Senhor, não há necessidade de nós ambos ficar­mos acordados”, e dormiu em seguida.

No outro dia, ao acordar, viu um homem perto dele, em pé: um chinês que nem era cristão o havia guardado du­rante toda a noite.

“0 Senhor é quem te guarda; o Senhor é a tua sombra à tua direita. O sol não te molestará de dia nem a lua de noi­te. O Senhor te guardará de todo o mal; Ele guardará a tua alma. O Senhor guardará a tua entrada e a tua saída, des­de agora e para sempre” (SI 121.5-8). 

Geografia Política da Terra Santa

INTRODUÇÃO

A Terra Santa é a região mais visada pelas superpo­tências. Localizada no centro do globo, constitui-se no ponto mais estratégico do mundo. Em todas as épocas des­pertou a gana dos conquistadores e serviu de palco para as mais sangrentas batalhas. Esse minúsculo país é, politica­mente, um barril de pólvora. Tanto nos tempos bíblicos, como hoje, Israel é o mais nevrálgico tópico da história. Sua geografia política, por conseguinte, mistura-se com a própria dor da humanidade.

A geografia política da Terra Santa passou por inúme­ras alterações. Israel é, sem dúvida alguma, o país que mais sofreu mudanças em termos de fronteira. Haja vista que, atualmente, não obstante os seus 40 anos de existên­cia, teve os seus limites diversas vezes alterados em conse­qüência da agressividade dos países árabes. Km todas es­sas vicissitudes, contudo, vislumbramos a mão de Deus sobre esse povo.

I OS PRIMEIROS HABITANTES DA TERRA SANTA

Antes de Josué conquistar a Terra Prometida, habita­vam-na vários povos cananeus. Enumera-os Moisés: “Quando o Senhor teu Deus te tiver introduzido na terra, a qual vais a possuir, e tiver lançado fora muitas gentes de diante de ti: os heteus, e os girgaseus. e os amorreus, e os cananeus, e os fereseus, e os heveus, e os jebuseus, sete gentes mais numerosas e mais poderosas do que tu” (Dt 7.1).

Essas nações eram de origem camita. Independentes, marcavam-nas exacerbada belicosidade. Foram vencidas, entretanto, pelos exércitos de -Josué. Suas cidades fortifi­cadas não resistiram ao ímpeto dos israelitas.

Os povos cananeus ofendiam a Jeová constantemente com os seus grosseiros pecados. Foram, por causa disso, desalojados da terra que mana leite e mel. Os filhos de Is­rael foram exortados, com severidades, a não lhes seguir os pérfidos exemplos.

II A ORIGEM DOS HEBREUS

Os hebreus são descendentes de Sem, filho mais velho de Noé. A nação israelita identifica-se, perfeitamente, com sua ascendência. Haja vista que o anti-semitismo é volta­do apenas contra os judeus, apesar de os árabes serem da mesma família.

A nação hebréia começou com um caldeu chamado Abrão. Nascido por volta do ano 2.000 a.C. Aos 75 anos de idade, tem ele uma profunda experiência espiritual. Apa­rece-lhe Deus e dirige-lhe estas palavras: “Sai-te da tua terra, e da tua parentela e da casa de teu pai. para a terra que eu te mostrarei. E far-te-ei uma grande nação, e aben-çoar-te-ei, e engrandecerei o teu nome e tu serás uma bên­ção. E abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famí­lias da terra” (Gn 12.1-3).

Assim nasceu a nação israelita. Nasceu durante as pe­regrinações dos patriarcas. Nasceu no deserto e entre espi­nhos. Nasceu em terras estrangeiras. Hoje, entretanto, flo­resce como a palmeira!

III – OS POVOS VIZINHOS DA TERRA SANTA NO TEMPO DA CONQUISTA

Além das sete nações cananéias mencionadas, Israel foi obrigado a conviver com outros povos – aguerridos, ido­latras e belicistas. Essas gentes causaram muitos transtor­nos à progênie de Abraão. De quando em quando, viola­vam as fronteiras israelitas e escravizavam tribos inteiras.

Eis os principais povos que sobreviveram às investidas dos exércitos de Josué: filisteus, amalequitas, midianitas, moabitas, amonitas, edomitas, fenícios e sírios. Escreve o pastor Enéas Tognini: “Estas nações e povos, que rodea­vam Israel, serviam de termômetro para regular a tempe­ratura espiritual dos filhos de Jacó: quanto mais perto de Deus andavam, mais poder tinham e seus territórios eram dilatados; afastavam-se do seu Senhor, Deus os abandona­va: ficavam sem proteção: chegavam os inimigos e subju­gavam o povo e conseqüentemente, se apossavam de seus territórios.”

IV – A TERRA SANTA NO TEMPO DE JOSUÉ E DOS JUÍZES

Moisés morreu aos 120 anos de idade, sem introduzir os israelitas em Canaã. Essa incumbência seria entregue a um bravo e destemido general, chamado Josué. Destacan­do-se sempre em todas as suas missões, era o sucessor na­tural do grande legislador e guia espiritual dos hebreus.

Sob o seu comando, os exércitos de Israel conquista­ram a terra que mana leite e mel. A guerra pela posse des­sas terras durou, aproximadamente, 14 anos: de 1.404 a 1.390 a.C. Durante esse período, os batalhões cananeus iam caindo um após outro. Nenhuma força militar gentíli-ca era capaz de suportar o ímpeto dos israelitas.

Terminado o conflito, Josué procedeu à divisão das terras conquistadas. Rubem, Gade e a meia tribo de Ma­nasses ficaram com a Transjordânia. Os territórios ociden­tais foram distribuídos a estas tribos: Naftali, Aser, Zebu-lom, Issacar, Manasses Ocidental, Efraim, Benjamim e Dã. Judá e Simeão são contemplados com os territórios do Sul.

Os levitas, segundo determinação do Senhor, não her­daram quaisquer possessões. Tribo sacerdotal, coube-lhes 48 cidades espalhadas entre os termos de seus irmãos.

Registra a Bíblia o passamento de Josué: “E depois destas coisas sucedeu que Josué, filho de Num, o servo do Senhor, faleceu, sendo da idade de cento e dez anos. E se­pultaram-no no termo da sua herdade, em Timnate-Sera, que está no monte de Efraim, para o norte do Monte de Gaás. Serviu pois Israel ao Senhor todos os dias de Josué, e todos os dias dos anciãos que ainda viveram muito depois de Josué, e sabiam toda a obra que o Senhor tinha feito a Israel” (Js 24.29-31).

Com o desaparecimento do grande general e de seus auxiliares, os israelitas esqueceram-se do Senhor e come­çaram a curvar-se ante as tolas divindades cananéias. Ta­manha decadência espiritual tornou-os vulneráveis. Sem mais contarem com a proteção de Jeová, sofreram os mais impiedosos ataques dos povos vizinhos.

O período dos juizes, por conseguinte, é um dos mais tristes da história hebréia. Nos termos de Israel, reinava grande anarquia. As tribos, por causa de suas diferenças internas, não conseguiam unir-se para enfrentar o inimigo comum. No entanto, quando acossados por vorazes algo­zes, clamavam, e o Senhor os ouvia.

Misericordioso, o Todo -poderoso suscitava juizes que os libertavam de seus verdugos. Mas, tão logo morria o li­bertador eles tornavam a cair na apostasia. E, novamente, caíam em desgraça. Esse círculo vicioso durou até a mo­narquia. Na era da judicatura, que durou em torno de 330 anos, quatro palavras faziam parte do dia-a-dia do povo eleito: pecado, opressão, arrependimento, e livramento.

V – O REINO UNIDO

Samuel é chamado, com muita razão, de fazedor de Reis. Ele representa a transição entre a judicatura e a mo­narquia. Por seu intermédio, foram escolhidos os dois pri­meiros reis de Israel. Sua influência é tão grande que, mes­mo depois de morto, seus ideais continuaram a dirigir a história israelita.

Samuel foi o iniciador do Reino Unido que durou 120 anos – de 1044 a 924 a.C.

Ungido pelo piedoso profeta, Saul unifica as doze tri­bos e inicia uma guerra de libertação. Seu objetivo: dilatar as fronteiras de Israel e destruir os temíveis filisteus. No princípio, obtém sucessos. Contudo, por causa de suas am­bições, começa a infringir os mandamentos do Senhor.

Saul é rejeitado. Em seu lugar é ungido Davi, filho de Jessé. O humilde pastorzinho de Judá, após derrotar o gi­gante Golias, alcança grande popularidade. Suas faça­nhas, porém, angariam-lhe o ódio e o desafeto do rei.

Depois de o monarca benjamita ter tombado no cam­po de batalha, Davi assenta-se no trono de Israel. Nos pri­meiros oito anos de seu governo, reina somente sobre Judá. As outras tribos, no entanto, resolvem submeter-se ao co­rajoso soberano judaíta.

Davi consegue aumentar suas fronteiras e derrotar os inimigos de seu povo. Em seus 40 anos de reinado, dedica-se completamente à guerra. No final de sua vida, tenta construir um templo ao Deus de Israel, mas é desestimulado pelo profeta Nata. Essa incumbência seria entregue ao seu sucessor.

O reino de Salomão foi marcado por uma invejável paz interna e externa. A prosperidade era a tônica de seu governo. Com a sua proverbial e inigualável sabedoria, transforma Israel na maior potência do Oriente Médio. As nações vizinhas submetem-se ao cetro davídico.

Em conseqüência de sua política expansionista e fa­raônica, o filho de Davi empobrece a nação israelita, principalmente as tribos da região setentrional. Tanto o Tem­plo, como o palácio, exigiam vultosos impostos do povo, que já estava cansado de tanta opressão. E, o que dizer de seu harém que, segundo alguns estudiosos, possuía 30 mil mulheres? Isto porque, cada uma de suas 700 mulheres e 300 concubinas podia ter até 30 damas de companhia.

O final de Salomão foi triste. Não obstante sua grande sabedoria e inimitável glória, desaparece entre as brumas de sua idolatria e formidáveis excessos.

Sucede-lhe no trono o seu filho Roboão. Moço folgazão e tolo, não atende às reivindicações do povo. Desprezando o conselho dos assessores de seu pai, resolve oprimir ainda mais a combalida e azeda nação hebraica. Em uma de­mente demonstração de força não baixa os impostos nem melhora as condições de vida de seus irmãos.

 VI – O CISMA ISRAELITA

Aproveitando-se dessa situação caótica, Jeroboão as­sume a liderança das tribos descontentes. E, assim, em 923 a.C, o Reino de Israel divide-se. As tribos de Judá e Benja­mim permanecem fiéis à dinastia davídica. Entretanto, as do Norte, encabeçadas por Efraim, formam um novo reino.

As duas facções, a partir de então, ficaram conheci­das, respectivamente, como Israel e Judá. Acerca do cisma israelita, escreve Antônio Neves de Mesquita: “O império, que Salomão tinha erigido com tanto gáudio, estava à bei­ra do abismo. Não só o desprezo de Roboão às aspirações do povo constituía motivo relevante para modificação na política fiscal, mas também as sementes de discórdia in­terna deviam ser contornadas. A união entre as tribos fora mais fictícia que real. Havia entre o Norte e o Sul profun­das desinteligências geradas pela situação favorável que os sulistas gozavam por sua proximidade com a capital políti­ca e religiosa, como também por motivo puramente geo­gráfico. Os nortistas eram meio internacionalistas, mais frios para a religião’, menos patriotas e pouco afeiçoados aos reis. Em contato direto com os fenícios, os sírios e ou­tros povos do norte, sentiam menos as influências centralistas. Enquanto ocupava o trono um homem como Salo­mão, era natural que a união persistisse; depois seria difí­cil manter esta união e solidariedade política. Seria preci­so que um grande e hábil político subisse ao poder, para manter unidos os elementos desintegralizadores. Este ho­mem não era Roboão.”

 

Com grande precisão, Mesquita fala, agora, sobre as pretensões dos efraimitas: “A tribo de Efraim era a tribo líder do Norte, enquanto a de Judá era líder do Sul. Estas rivalidades, tanto tribais como geográficas, foram sopitadas, enquanto o trono foi ocupado por monarcas da enver­gadura de Davi e de Salomão. Depois tudo se definiu e as diferenças apareceram. Às ambições destas tribos, acres­centem-se as circunstâncias, tanto geográficas como cultu­rais, que determinavam as diferenças entre o povo, e tere­mos a explicação do panorama conhecido pelos leitores da Bíblia. Dentro deste pequeno território encontravam-se quase todas as variedades de clima, flora e fauna. A popu­lação variava na proporção das diferenças climatéricas. A leste do Jordão ficava a terra dos pastores, onde continua­vam a dominar os beduínos. Nos vales, a oeste do mesmo Jordão, ficavam os agricultores, enquanto que nas cidades das fronteiras do Oeste, junto às grandes estradas, havia um princípio de comércio bem desenvolvido. Enquanto is­so, em volta do mar da Galiléia, alinhavam-se as vilas de pescadores. Havia, pois, todos os tipos de civilização, des­de o tipo pastoril nomádico, o agricultural e o comercial, até o de pescadores. A população era uma mistura de inte­resses variados, e somente a sua topografia, exposta a to­dos os perigos, podia realizar o milagre de sua unidade, constituindo Israel um regime centralizado e militar. Quando acontecia que uma dinastia se tornava fraca, um homem forte e valente tomava o trono. Daí ter sido a histó­ria de Israel do Norte de sangue e de rebeliões, com assassi­natos, em que aventureiros, saídos tanto do exército como de outras camadas, assaltavam o trono e estabeleciam pre­cárias dinastias. Com tal heterogeneidade, era de se espe­rar que uma oportunidade espreitasse a ruptura dos laços que uniam o Norte ao Sul.”

VII – OS CATIVEIROS ASSÍRIO E BABILÔNICO

A cisão enfraqueceu ambas as facções, principalmente a nortista. As relações entre os reinos de Israel e Judá nem sempre foram amistosas. De quando em quando uniam-se para combater um inimigo comum. Na maioria das vezes, contudo, estavam em guerra.

Com o passar do tempo, a identidade nacional e reli­giosa entre os israelitas e judaítas torna-se cada vez mais fraca. Seguindo orientação do idolatra e inescrupuloso Jeroboão, os moradores do Israel setentrional não desciam a Jerusalém para adorar. Esse ciumento soberano, temendo perder os seus súditos, fechou suas fronteiras. Para con­quistar o respeito e a amizade dos israelitas, construiu-lhes dois bezerros de ouro. E, a partir de então, ele fica conheci­do como “o rei que fez Israel pecar”.

Depois de Jeroboão, teve Israel mais 18 reis. Todos eles trilharam os caminhos da idolatria e da impiedade. Com o culto a Baal, introduzido por uma meretriz chama­da Jezabel, o povo corrompeu-se completamente.

Não podendo suportar tanta apostasia, o Senhor en­tregou as tribos do Norte aos inumanos e selvagens assí­rios. No ano de 722 a.C, as forças de Nínive invadem Is­rael e levam cativos os filhos de Jacó. Inicia-se o cativeiro assírio, que deixaria profundas seqüelas na nação hebrai­ca.

Depois da destruição do Reino de Israel, Judá sobrevi­veu ainda por mais de 135 anos. A maior parte desse tem­po, contudo, pagou pesados tributos à Assíria. Com a as­censão de Babilônia, começa a ruína do Reino do Sul.

Em 605 a.C, tropas babilônicas invadem Judá. Tem início o Cativeiro Babilônico que, segundo Jeremias, dura­ria 70 anos. O Templo é destruído pelos exércitos de Nabu-codonozor em 587 a.C. Na capital do novo império, os ju­deus progridem. Alcançam elevados postos na administra­ção iniciada por Nabopolassar. Daniel, por exemplo, tor­nou-se o mais influente conselheiro da realeza.

Terminado o período de 70 anos, parte dos filhos de Judá retorna à Terra Santa. Centenas de milhares, toda­via, permanecem no exílio. Vagando de nação em nação, sofrendo injustas perseguições e injustificáveis preconcei­tos, tornam-se errantes. Sua diáspora já dura mais de 25 séculos.

 VIII – A RESTAURAÇÃO DE ISRAEL

Após os exílios assírio e babilônico, a nação hebraica ficaria distante de Sião por mais de 2.500 anos. Houve, é claro, alguns períodos de independência e glória, princi­palmente na era macabéia, mas foram esporádicos e não contaram com a participação da totalidade do povo.

O advento do férreo Império Romano, conforme já dis­semos, marca o fim da restauração nacional iniciada por Esdras, Neemias, Zorobabel e pelos profetas Ageu e Zaca­rias. Os judeus, ao tentarem sacudir o jugo romano, são dispersados por todas as nações do mundo, onde sofreram e sofrem terrivelmente.

– Qual a razão de seu sofrimento? – Sem dúvida algu­ma, a rejeição de seu Messias.

Em meio a povos estranhos, os filhos de Israel foram humilhados, e aterrorizados. Seus sofrimentos, aliás, fo­ram vaticinados por Moisés:

“O Senhor levantará contra ti uma nação de longe, da extremidade da terra, que voa como a águia, nação cuja língua não entenderás. Nação feroz de rosto, que não aten­tará para o rosto do velho, nem se apiedará do moço. E co­merá o fruto dos teus animais, e o fruto da tua terra, até que sejas destruído; e não te deixará grão, mosto, nem azeite, criação das tuas vacas, nem rebanhos das tuas ove­lhas, até que tenha consumido; e te angustiará em todas as tuas portas, até que venham cair os teus altos e fortes mu­ros, em que confiavas em toda a tua terra; e te angustiará em toda a tua terra que te tem dado o Senhor teu Deus; e comerás o fruto do teu ventre, a carne de teus filhos e de tuas filhas, que te der o Senhor teu Deus, no cerco e no aperto com que os teus inimigos te apertarão.

“Quanto ao homem mais mimoso e mui delicado entre ti, o seu olho será maligno contra o seu irmão, e contra a mulher de seu regaço, e contra os demais de seus filhos que ainda lhe ficarem; de sorte que não dará a nenhum deles da carne de seus filhos, que ele comer; porquanto nada lhe

ficou de resto no cerco e no aperto com que o teu inimigo te apertará em todas as tuas portas. E quanto à mulher mais mimosa e delicada entre ti, que de mimo e delicada nunca tentou por a planta de seu pé sobre a terra, será maligno o seu olho contra o homem de seu regaço, e contra seu filho. e contra sua filha; e isto por causa de suas páreas, que saí­ram dentre os seus pés, e por causa de seus filhos que tiver; porque os comerá às escondidas pela falta de tudo, no cer­co e no aperto com que o teu inimigo te apertará nas tuas portas” (Dt 28.49-57).

Prossegue o grande profeta, prevendo os sofrimentos dos judeus em suas diásporas: “E será que, assim como o Senhor se deleitava em vós, em fazer-vos bem e multipli­car-vos, assim o Senhor se deleitará em destruir-vos e con­sumir-vos; e desarraigados sereis da terra da qual tu pas­sas a possuir. E o Senhor vos espalhará entre todos os po­vos, desde uma extremidade da terra até a outra extremi­dade da terra: e ali servirás a outros deuses que não conheceste, nem tu nem teus pais: ao pau e à pedra. E nem ain­da entre as mesmas gentes descansarás, nem a planta de teu pé terá repouso: porquanto o Senhor ali te dará coração tremente e desfalecimento dos olhos, e desmaio da alma.

“E a tua vida como suspensa estará diante de ti; e es­tremeceres de noite e de dia, e não crerás na tua própria vi­da. Pela manhã dirás: Ah! quem me dera ver a noite! E à tarde dirás: Ah! quem me dera ver a manhã! pelo pasmo de teu coração, com que pasmarás, e pelo que verás com os teus olhos. E o Senhor te fará voltar ao Egito em navios, pelo caminho de que te tenho dito: Nunca jamais o verás: e ali sereis vendidos por servos e servas aos vossos inimigos; mas não haverá quem vos compre” (Dt 28.63-68).

Durante a sua peregrinação, Israel sofreu os mais du­ros revezes. Judeus foram massacrados em todas as partes do mundo. E, nos anos que precederam ao estabelecimento do moderno Estado judaico, Hitler ordenou a matança de seis milhões de israelitas. Foi o mais bárbaro crime da His­tória.

Entretanto, no final da Segunda Guerra Mundial, a nação hebraica conscientizou-se de sua peculiar situação.

Somente uma pátria na Palestina, dar-lhe-ia a segurança necessária à sua sobrevivência. E, após muitas batalhas diplomáticas, o Estado de Israel começa a existir a partir de 12 de maio de 1948.

Cumpria-se, assim, a profecia de Isaias: “Antes que estivesse de parto, deu à luz; ante que lhe viesse as dores, deu à luz um filho. Quem jamais ouviu tal cousa? quem viu cousas semelhantes? Poder-se-ia fazer nascer uma ter­ra num só dia? nasceria uma nação de uma só vez? mas Sião esteve de parto e já deu á luz seus filhos” (Is 66.7,8).

Desde a proclamação de sua independência, Israel tem enfrentado diversos conflitos bélicos: em 1948, a Guer­ra da Independência; em 1956, a Guerra de Suez; em 1967, a Guerra dos Seis Dias; em 1973, a Guerra do Yom Kippur; e, em 1982, a Guerra do Líbano. Em todos esses embates, entretanto, as forças judaicas têm saído vencedoras, por­que o Senhor dos Exércitos está ao seu lado.

Cumpre-se à risca, pois, este vaticínio de Amos: “E os plantarei na sua terra, e não serão mais arrancados da sua terra que lhes dei, diz o Senhor teu Deus” (Am 9.15).

A nação israelense, com o seu renascimento e progres­so, tem um grande significado para nós. 0 pastor Abraão de Almeida, um dos maiores especialistas em assuntos ju­daicos, escreve: “Com o cumprimento das profecias, Deus nos está mostrando sua fidelidade a Israel, e à Igreja, fide­lidade que deve induzir todos os povos a temê-lo. Por isso, o salmista registrou: ‘Tema toda a terra ao Senhor, te­mam-no todos os moradores da Terra, porque falou, e tudo se fez; mandou, e logo tudo apareceu. 0 Senhor desfaz o conselho das nações, quebranta os intentos dos povos. O conselho do Senhor permanece para sempre; os intentos do seu coração de geração em geração. Bem aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor, e o povo que ele escolheu para sua herança.’ Notem que o Senhor desfaz o conselho das nações, quebranta o intento dos povos. Nenhuma das mui­tas resoluções do Conselho de Segurança das Nações Uni­das contra Israel prosperou ou prosperará, pois o Senhor frustra todas as decisões que contrariem sua Palavra. Também têm sido quebrantados os maus intentos dos ini­migos de Israel, como o Egito de Nasser, a União Soviética, a OLP (Organização para a Libertação da Palestina) etc.”

Prossegue o pastor Abraão de Almeida: “O retorno fi­nal de Israel, a reconstrução das suas cidades antigas e o reflorestamento do país indicam que estamos vivendo nos últimos tempos. A Bíblia diz que a Palestina seria assola­da até o fim (Dn 9.26), mas que, ao término do cativeiro, os israelitas reedificariam as cidades assoladas e nelas habi­tariam, plantariam vinhas, beberiam o seu vinho e fariam, pomares e lhes comeriam os frutos (Am 9.14).”

Portanto, estejamos vigilantes, porque a volta de Cristo concretiza-se dia após dia. Que a nossa oração seja: “Paz sobre Israel!”

o pastor Antonio Carlos Lorenzetti, diz que Feliciano não fala por nós

Em entrevista ao portal UOL o pastor Antonio Carlos Lorenzetti, presidente do Conselho Eleitoral da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) disse que as posições do pastor e deputado federal Marco Feliciano não refletem a opinião das Assembleias de Deus.

“Ele não espelha o pensamento geral dos evangélicos. Ele espelha o pensamento dele”, disse o pastor que estava em Brasília para participar da 41º edição da Assembleia Geral Ordinária.

“Ele não fala por mim. Se ele quer pensar assim, eu respeito a opinião dele como respeito a de todos”, afirmou Lorenzetti quando foi questionado sobre a posição da igreja sobre as declarações ditas como homofóbicas e racistas.

Outros participantes da AGO também foram entrevistados pela reportagem do UOL, entre eles o pastor Walter Santos, de Ponta de Pedras (PA), que não acredita que as palavras de Feliciano tenha denegrido a imagem dos evangélicos. “Ele têm defendido o que somos, o que acreditamos. Não somos contra os homossexuais, mas contra os atos deles”, disse.

O pastor Paulo Bom, de São Paulo (SP), disse também que as igrejas evangélicas não impendem a entrada de pessoas. “A igreja evangélica é liberal e entra nela quem quiser”, disse questionado sobre a participação de negros e homossexuais nos cultos.

Marco Feliciano esteve na segunda-feira (8) no espaço onde aconteceram as reuniões da CGADB recebendo uma moção de apoio assinada pelos milhares de pastores presentes em Brasília. Liderados pelo presidente da CGADB, que foi reeleito, os líderes assembleianos disseram que apoiam a permanência do deputado evangélico no comando da Comissão de Direitos Humanos e Minorias.

CGADB se posiciona contra pontos polêmicos do Novo Código Penal

A reforma do Código Penal Brasileiro, projeto que tramita no Senado Federal, foi um dos temas discutidos pelos pastores presentes da 41ª Assembleia Geral Ordinária da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) que aconteceu no início do mês de abril na cidade de Brasília.

Os presentes concordaram em elaborar um documento para ser entregue ao senador Pedro Taques (PDT/MT), relator da Comissão Especial do Senado que discute o novo Código Penal dando o parecer das CGADB a respeito do tema.

Entre os assuntos tratados na “Carta de Brasília” está a posição das Assembleias de Deus contra os pontos mais polêmicos: o aborto, a legalização da prostituição, a criminalização da homofobia e a descriminalização das drogas.

O deputado federal Marcos Rogério (PDT-RO), que é membro da AD, foi encarregado para apresentar a carta ao senador e comentou sobre estes principais pontos que vão contra os princípios constitucionais e a preservação da família.

O senador Pedro Taques se comprometeu a ouvir e apreciar todos os argumentos da CGADB que informou que até o mês de dezembro o Senado deve discutir as mais de 500 emendas apresentadas antes de devolver o projeto para a Câmara.

Leia na íntegra o documento do Fórum Político da CGADB:

Os ministros das Assembleias de Deus no Brasil, reunidos na 41ª Assembleia Geral Ordinária da CONVENÇÃO GERAL DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS NO BRASIL (CGADB), nos dias 08 a 12 de abril de 2013, acatando proposta do I FÓRUM POLÍTICO DA CGADB, diante das iniciativas de segmentos liberalistas que defendem a destruição de valores éticos e morais, conquistados ao longo dos séculos, como apanágio da Democracia, vêem a público para MANIFESTAR SEU POSICIONAMENTO cristão e ético com relação às seguintes ameaças de caráter constitucional, ideológico, filosófico e social, contra os valores e princípios morais, nos seguintes assuntos:

I – CONTRA O DIREITO NATURAL À VIDA
O artigo 5°. da Constituição brasileira garante “a inviolabilidade do direito à vida”, bem como a outros direitos essenciais à liberdade e a igualdade entre a sociedade.

1. ABORTO – O anteprojeto do “Novo Código Penal Brasileiro” (NCP) prevê a descriminalização do aborto, banalizando a destruição de seres humanos, no ventre materno. É uma terrível agressão ao direto natural à vida. Esse anteprojeto prevê, em seu Artigo 128: “Não há crime de aborto se: … IV – por vontade da gestante até a 12ª semana da gestação, quando o médico ou psicólogo constatar que a mulher não apresenta condições de arcar com a maternidade.”

– A CGADB é contrária a essa medida, por resultar numa licença ao direito de matar seres humanos indefesos, na sacralidade do útero materno; em qualquer fase da gestação, por ser um atentado contra o direito natural à vida. A palavra de Deus diz: “… e não matarás o inocente” (Ex 23.7).

2. EUTANÁSIA E ORTOTANÁSIA – O anteprojeto do Novo Código Penal prevê, em seu Art. 122, que “Matar, por piedade ou compaixão, paciente em estado terminal, imputável e maior, a seu pedido, para abreviar-lhe sofrimento físico insuportável em razão de doença grave”. “Pena – prisão, de dois a quatro anos”.

§1º O juiz deixará de aplicar a pena avaliando as circunstâncias do caso, bem como a relação de parentesco ou estreitos laços de afeição do agente com a vítima.

– A CGADB é contrária a essa medida e favorável à supressão do parágrafo primeiro, tendo em vista que não existe direito de se tirar a vida, considerando que a vida é um direito jurídico indisponível. Como cristãos, entendemos que vida é um dom de Deus, e só a Ele cabe o direito de dispor desse bem natural que é a vida.

II – LEGALIZAÇÃO DA PROSTITUIÇÃO

1. CRIMES SEXUAIS CONTRA VULNERÁVEIS. O anteprojeto do NCP prevê, em seu Art. 188: “Constranger alguém que tenha até 12 anos à prática de ato libidinoso, diverso do estupro vaginal, anal ou oral. Pena – Prisão, de quatro a oito anos”. Na legislação atual, a idade mínima para considerar-se vulnerável é de 14 anos.

– A CGADB é contrária à redução da idade para a penalização de crimes sexuais contra vulneráveis, por entender que a Sociedade Mundial de Pediatria considera “criança” o indivíduo de até 14 anos. A criança é objeto de elevada valorização por parte de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, quando expressou: “Deixai vir a mim os meninos… pois dos tais é o Reino de Deus” (Mc……..). Concordar com essa previsão legal é concordar com o incentivo e a legalização da pedofilia.

2. FAVORECIMENTO DA PROSTITUIÇÃO DE MENORES. O Art. 189 da proposta do NCP não penaliza a submissão, a indução, a atração e a exploração de pessoas com mais de 12 anos, para a prática da prostituição.

– A CGADB é contrária a essa medida, por ser um incentivo à prostituição, que é uma atividade degradante, que avilta a dignidade do corpo humano, criado por Deus, para ser “templo do Espírito Santo” (1 Coríntios 6.19,20).

3. “PROFISSIONAIS DO SEXO”. O anteprojeto do NCP prevê legalização de casas de prostituição, bem como dos chamados “profissionais do sexo”, atividade hoje considerada ilegal.

– A CGADB é contrária a tal proposta, pois a prostituição é atividade degradante, que se caracteriza pelo vil comércio do corpo, em total afronta aos elevados princípios morais que norteiam os costumes de povos civilizados. Como cristãos, temos total repúdio à prostituição, por se considerado grave pecado à luz da palavra de Deus. (…………………). Concordar com tal medida é equiparar a prostituição a qualquer outra atividade honrosa e lícita, desenvolvida pelos cidadãos de uma nação.

III – CONTRA A FAMÍLIA

1. UNIÃO ESTÁVEL E CASAMENTO ENTRE PESSOAS DO MESMO SEXO.

1.1. O Supremo Tribunal Federal aprovou a união estável de pessoas do mesmo sexo, considerando-a “entidade familiar”, em dissonância com o Art. 226, da Constituição Federal, que reconhece “entidade familiar” a união entre homem e mulher, inclusive a “união estável”, entre homem e mulher, para efeito da proteção do Estado.

1.2. O Projeto de Lei 122/ 2006, no Art. 16, parágrafo 5º, prevê punição, com 2 a 5 anos de prisão, para quem discordar da prática homossexual; e considera constrangimento, “de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica”, no Art. 20, parágrafo 5º,

– A CGADB é contrária a tais propostas, visto que, a equiparação da união sexual entre pessoas do mesmo sexo a “entidade familiar” afronta a Constituição e, acima de tudo, por ir de encontro ao princípio bíblico para o casamento, que deve ser constituído pela união entre um homem e uma mulher, conforme Gênesis 1.27 e 28;

– Deus fez o casal, formado de “macho e fêmea; prever punição para quem discordar da prática ou união homossexual, por motivo de ordem ética ou filosófica, é instituir o “delito de opinião”, que só existe nas piores ditaduras..

IV – A FAVOR DA DESCRIMINALIZAÇÃO DAS DROGAS

1. LEGALIZAÇÃO DAS DROGAS. O anteprojeto do “Novo Código Penal”, em tramitação no Senado propõe a liberação de certa quantidade de droga por indivíduo, durante 5 (cinco) dias, bem como o cultivo para consumo próprio.

– A CGADB é contrária a qualquer forma de liberação ou descriminalização de drogas por entender que essa medida enseja a possibilidade de maior circulação das drogas, além de não haver evidência científica de qualquer benefício real ao usuário; Países que liberaram as drogas colheram péssimos resultados morais para a sociedade, e estão rediscutindo tais medidas liberalistas.

Brasília, 12 de abril de 2013

Mesa Diretora da CGADB
Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil

Mensagem de Hoje

28 de Abril

A ele seja dada a glória, assim agora como no dia da eternidade.

2 Pedro 3:18

Crente, estás antegozando o tempo em que te juntarás aos santos lá em cima, dando toda a glória a Jesus; mas, estás glorificando-o agora? As palavras do apóstolo são: “A ele seja dada a glória, assim agora como no dia da eternidade”.