Estudo do Livro de Salmos

Salmos 58 – 67
Perseguições e derrotas. Davi foi um grande guerreiro que conseguiu expandir tremendamente o território dominado por Israel. Mas, ele também sofreu. Antes de se tornar rei, foi perseguido por Saul. Depois de ascender ao trono, sofreu algumas derrotas temporárias nas guerras contra os povos vizinhos. Tais momentos desafiaram a fé de Davi, e ele olhou para cima e clamou a Deus: “Presta-nos auxílio na angústia, pois vão é o socorro do homem” (60:11). “A ti, força minha, cantarei louvores, porque
Deus é meu alto refúgio” (59:17).
Salmo 58 Davi Pede o Castigo de Juízes Injustos
1 Ele pergunta aos juízes: Vocês falam a verdade e julgam com justiça?
2-5 Davi mesmo responde sobre esses juízes, dizendo que fazem tudo contra os princípios da retidão (2), que sempre se dedicavam ao erro (3), que espalham seu veneno (4) e que recusam a instrução (4-5)
6-9 Reconhecendo que esses juízes são incorrigíveis, Davi pede a punição divina para eles
10-11 Estes últimos dois versículos são importantes para entender os Salmos imprecatórios. O justo sente alegria quando Deus castiga o perverso porque este ato prova a existência de um Deus justo e santo
Salmo 59 Davi Pede Justiça e Salvação
Este Salmo foi escrito quando as forças de Saul sitiaram a casa de Davi. Leia o relato em 1 Samuel 19:11-18
1-5 Davi pede livramento de seus inimigos, dizendo que ele não tinha pecado que merecia
a violência deles (1-4). Ele pediu para Deus vir e ver (4). Ele queria que Deus visse a maldade dos inimigos (5) e a inocência dele (4)
6-9 Estes versículos servem como um tipo de refrão, sendo paralelos em construção (porém não idênticos) a versículos 14-17. Nos dois trechos ele fala dos inimigos como cães uivando em volta da cidade (6-7,14-15). Em contraste com os inimigos, Deus é o
forte refúgio (8,16). Davi confia na força de Deus e o louva (9,17)
10-13 Deus virá como vingador contra os inimigos de Davi. Mas a vingança não é principalmente para o benefício do próprio salmista. Quando Deus castiga os ímpios,ele responde à pergunta irreverente do versículo 7 (Quem há que nos escute?) com
esta afirmação: “…e se saiba que reina Deus em Jacó, até aos confins da terra” (13) 14-17 Veja os comentários acima (6-9) sobre a construção destes versículos, que encerram o Salmo com uma mensagem de louvor confiante
Salmo 60 Deus Protege os Seus e Castiga os Inimigos
2 Samuel 8,10,11 e 12 e 1 Crônicas 18-20 falam sobre as batalhas de Davi contra os siros e amonitas, dando uma noção da circunstância deste Salmo. Para Davi e o povo de Israel, as vitórias vieram depois de serem humilhados pelos inimigos
1-3 Deus castigou o seu próprio povo, até ao ponto de eles se sentirem rejeitados
4-5 O salmista pede livramento e proteção dos fiéis
6-8 O santo Deus faz distinção entre o povo dele e os povos ao redor. Ele protege o seu povo, e rejeita os povos vizinhos
9-12 Apesar das derrotas sofridas quando Deus não saiu com o exército, Davi ainda confia no Senhor para livramento e vitória. Ele recusa procurar ajuda de homens, confiante que Deus lhe daria vitória
Salmo 61 Leva-me para a Rocha Alta
1-2 Dos confins da terra, Davi pede socorro de Deus
2-5 Ele quer subir à rocha alta de refúgio em Deus
6-9 Deus ouviu a súplica do rei, e este quer permanecer na presença do Senhor para
adorá-lo para sempre

Salmo 62 Confiar em Deus
1-4 A única pessoa digna de confiança total é Deus (1-2). Os homens, em vão, procuram
derrubar outro homem com suas palavras falsas (3-4)
5-8 Davi repete o refrão dos versículos 1 e 2 com pouca modificação (5-6). Ele expressa a sua confiança e chama o povo a depositar também a sua fé em Deus (7-8)
9-12 Não pode confiar em homens, nem na prosperidade material (9-10). A única certeza se encontra em Deus, a quem pertence poder e graça (11-12)
Salmo 63 A Alma Sedenta no Deserto
Davi escreveu este Salmo no deserto de Judá. Sabemos que ele foi para o deserto de Judá
quando fugiu de Saul. Mas, pelo fato de ele se identificar como rei, é mais provável que se
refira ao tempo da fuga diante de Absalão, quando esperou ansiosamente no deserto de Judá antes de atravessar o Jordão (veja 2 Samuel 15-17)
1-4 A alma sedenta busca a Deus, com um desejo forte de louvá-lo enquanto tem vida. O versículo 4 deve ser o lema de todos os servos de Deus, independente das circunstâncias
5-8 Devido à ajuda que Deus lhe deu, o Salmista sente alegria em meditar em Deus
9-11 O rei sente alegria por saber que Deus trará justiça contra os seus inimigos
Salmo 64 Proteção Contra os Perversos
1-6 Davi pede proteção contra os inimigos, que ocultamente conspiravam contra o homem íntegro. Eles acharam que ninguém descobriria o seu pecado e se envolveram cada vez mais nos seus planos perversos
7-10 Deus traz a justiça, deixando a própria língua dos ímpios voltar contra eles (7-8). Todos os homens verão a justiça de Deus (9), e os justos se gloriarão nele (10)
Salmo 65 Louvor a Deus por Ter Abençoado o Seu Povo
1-4 Deus abençoou o seu povo espiritualmente, perdoando os seus pecados e permitindo a comunhão com ele
5-8 Deus abençoou o povo dele acima dos outros povos, mostrando o seu poder para todos as nações
9-13 Ele abençoou o povo materialmente, dando-lhes uma boa colheita
Salmo 66 Louvor a Deus por Seus Grandes Feitos
1-4 Deus merece a adoração por ser poderoso e por ter feito grandes obras. Todos –especificamente os seus inimigos – devem se humilhar diante de Deus
5-7 As obras de Deus são evidentes, e cabe ao homem “vir e ver” (veja João 1:46). O homem honesto reconhece a sua obrigação de investigar as evidências da existência, do poder, do caráter e da vontade de Deus. Entre as obras citadas: Deus deixou o
povo atravessar o Mar Vermelho e o Rio Jordão (6), Ele governa e vigia as nações (7),domina os rebeldes (7) e dá alegria aos fiéis (6)
8-12 A obra de Deus mais destacada neste Salmo é a preservação da alma dos servos, feita por meio de provações, para levar o seu povo ao destino de descanso com Deus. É difícil o homem louvar a Deus por causa das provações, mas o salmista aqui as vê
como grandes obras de Deus feitas para o bem de seu povo (veja Tiago 1:2-4; 2 Coríntios 12:7-10)
13-15 Depois de passar pela tribulação, é importante fazer os sacrifícios e cumprir as promessas feitas a Deus. Quantas vezes as pessoas fazem promessas a Deus no momento de angústia, e depois esquecem ou deixam de cumprir o seu voto?
16-20 O salmista encerra seu cântico falando para todos que Deus ouviu e respondeu a sua oração
Salmo 67 Bênção e Louvor
1-2 O escritor pede as bênçãos de Deus sobre o povo para mostrar para todas as nações o caminho de Deus para a salvação
3-5 Deus merece o louvor porque ele julga e guia as nações com justiça. Observe que versículos 3 e 5 são idênticos
6-7 Ele volta a pedir as bênçãos de Deus para que os povos possam temer o Senhor

Perguntas
Responda às seguintes perguntas sobre Salmos 58 – 67.
Salmo 58
1. Qual categoria de pessoas foi criticada neste Salmo? Por quê?
2. O castigo dos ímpios serve como prova do que?
Salmo 59
3. Davi pediu para Deus “vir e ver” para julgar entre quem?
4. Quando Deus castiga os perversos, ele responde a qual pergunta?
Salmo 60
5. Por que o povo se sentiu rejeitado por Deus?
6. Nesta situação, adianta procurar a ajuda de homens?
Salmo 61
7. Quem é a rocha alta de refúgio?
Salmo 62
8. Devemos confiar somente em quem?
Salmo 63
9. O que devemos fazer enquanto temos vida?
Salmo 64
10. Qual instrumento de destruição volta contra os malfeitores?
Salmo 65
11. Em quais três sentidos Deus abençoou o seu povo?
Salmo 66
12. Diante das grandes obras de Deus, qual a responsabilidade de cada pessoa honesta?
13. O versículo 6 refere-se a quais dois acontecimentos históricos?
14. Qual a aplicação prática dos versículos 13 e 14?
Salmo 67
15. Como as bênçãos de Deus sobre os fiéis podem ajudar as nações incrédulas?

Mensagem de Hoje

17 de Julho

Tenha a paciência a sua obra perfeita,

para que sejais perfeitos e completos,

sem faltar em coisa alguma.

Tiago 1.4

Você está onde Deus deseja que você esteja? Caso contrário, saia, e depressa. Mas caso esteja, não reclame das circunstâncias ordenadas por Deus com o propósi­to de formar em você a verdadeira imagem e semelhan­ça de seu filho.

Mark Guy Pearse

 

Reino de Deus

SE alguma vez minha mente sentiu o peso solene dessas palavras do velho e bom patriarca: “Este não é outro lugar senão a Casa de Deus: e esta é a porta dos céus” (Gn 28.17), foi agora. Alguém suporia que tantos ministros e o povo de Deus poriam no coração reunirem-se com tal desígnio glorioso, e Ele não estaria presente? Seguramente que não! Cremos que Ele está em nosso meio. Nem nada menos que sua pre­sença especial coroa nossos trabalhos com sucesso. Que misericórdia vivermos em dias nos quais a promessa do Senhor é, esperamos, notavelmente verificada: “Eis que eu estou convosco todos os dias, até à consumação dos séculos” (Mt 28.2O).

São de importância infinita os assuntos da salvação. A glória de levar almas a Cristo é a maior honra que Deus pode nos conferir. A salvação de uma alma vale mais que mil mundos. Meus queridos irmãos de ministério, que Deus nos encha com os mesmos desejos ardentes que instigavam o coração do apóstolo, quando ele foi constrangido a declarar aos ouvintes gaiatas: “Sinto as dores de parto, até que Cristo seja formado em vós” (veja Gl 4.19). E en­quanto vocês se juntam na atividade de enviar o Evangelho a na­ções pagas, que na partida, irmãos amados, desta nossa Jerusalém britânica, vocês sejam cheios do Espírito e do poder do alto a fim de que sejam mil vezes mais bem-sucedidos, não só na promoção do bem entre aqueles com os quais vocês mais imediatamente se preocupam para que sirvam no ministério da Palavra, mas também para a conversão dos pobres pagãos em seu bairro. Que multidões de pagãos e os piores que pagãos, embora sob o nome de cristãos, sejam encontrados em todos os lugares! E por que não esperarmos que tal fogo venha a ser acendido agora, de modo que não só maravilhas sejam feitas entre as nações que não conhecem a Deus, mas que até em nossa terra seja também nossa porção a ser favorecida com um reavivamento extraordinário do poder da religião, “e venham, assim, os tempos do refrigério pela presença do Senhor” (At 3-19).

O EGOÍSMO DO VIZIR

Um vizir, conhecido por sua usura, conversava aconselhando-se com um ulemá. Vivia inquieto o ministro e não se conscientizava do motivo de sua preocupação. Sabia­mente o ulemá levou-o à janela, e, mostrando-lhe a rua, perguntou:

–  Que vê o senhor?

– Vejo muita gente andando: homens, mulheres, crian­ças.

O ulemá colocou na janela, entre o vizir e a rua, um es­pelho.

–  E agora? O que vê o senhor?

–  Vejo-me a mim mesmo – respondeu o vizir.

– É que entre o vidro da janela e o vidro do espelho exis­te uma camada de prata. A prata impede que o Senhor veja os outros e faz com que se concentre em si mesmo.

“Senti as vossas misérias, e lamentai e chorai: conver­ta-se o vosso riso em pranto, e o vosso gozo em tristeza. Humilhai-vos perante o Senhor, e ele vos exaltará” (Tg 4.8-10).

 

Vigilância Epidemiológica divulga novos dados sobre a Influenza A H1N1 no RN

A Subcoordenadoria de Vigilância Epidemiológica (SUVIGE) da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) emitiu nota sobre a situação epidemiológica do vírus influenza A (H1N1) no Rio Grande do Norte. As informações se referem ao período entre os dias 14 e 28 de junho de 2013.

Dos 42 laudos emitidos pelo Instituto Evandro Chagas (Belém-PA) de casos suspeitos para Influenza A (H1N1), um caso foi confirmado para a referida doença. O novo caso confirmado foi de uma gestante de 28 anos, residente em Natal, que foi hospitalizada no dia 04/06/2013, recebeu alta em 10/06/2013 e passa bem. Dos demais casos, 16 foram confirmados para outros vírus respiratórios e 25 laudos foram negativos para vírus respiratórios.

No ano de 2013 já foram recebidas 156 notificações para H1N1, dentre estas 03 casos confirmados de Influenza A(H1N1). Dentre os 18 casos de óbitos suspeitos do ano de 2013, continuamos com 2 óbitos confirmados para Influenza A(H1N1), 1 confirmado para Influenza A não subtipado e 7 casos descartados, os demais encontram-se em investigação.

 

Mensagem de Hoje

2 de Julho

Sendo visto por eles por espaço de quarenta dias, e falando do que respeita ao reino de Deus.

Atos 1.3

Essa espera de quarenta dias é a maior prova do terno cuidado de Cristo em relação a seu pequeno re­banho. Aquele que dera a vida por eles reluta em deixá-los. Apesar de o terem traído e duvidado dEle, não haviam enfraquecido nem esgotado seu amor. Ele per­manece para cuidar deles outra vez, e mais outra, e ainda outra, como se estivesse voltando atrás para abençoá-los. Isso está de pleno acordo com sua vida de amor. Em todos os lugares, vai ao encontro deles sem nenhuma insinuação de censura, sem fazer nenhuma referência ao amargo sofrimento, revelando-se aos dis­cípulos com uma brandura e bênção indescritivelmente belas.

Como partir, sem antes consolar o coração machu­cado de Madalena? Precisa ficar até que o pobre Pedro se arrisque a aproximar-se para obter a certeza do per­dão. Precisa permanecer para reforçar a fé de Tome. Precisa demorar-se entre eles até fazê-los sentir que con­tinua sendo o mesmo Jesus, amigo e irmão que sempre foi, cuidando deles no trabalho, observando-os com ter­na compaixão, inclinando-se para acender um fogo que sirva para aquecê-los e assar-lhes os peixes da refeição, e depois convidando-os a vir e comer.

Estudo do Livro de Salmos

Salmos 50 – 57
Estes Salmos tratam de diversos assuntos, mas todos falam de um ou mais aspectos da relação entre Deus e os homens. Deus e os fiéis. Deus e os ímpios. Deus e o pecador arrependido. É Deus quem merece a honra e a adoração e o homem quem precisa da ajuda divina para se alinhar com a vontade do seu Criador. Especialmente digno de atenção é o Salmo 51, em que Davi expressa seu arrependimento depois de pecar contra o Senhor.
Salmo 50 A Adoração que Agrada a Deus
1-6 Antes de falar sobre o tipo de adoração que Deus quer, Asafe frisa o ponto principal: a adoração é dada ao próprio Senhor, o Poderoso
7-13 Deus não precisa de sacrifícios, pois tudo já pertence a ele
14-15 O que ele quer é a gratidão e a obediência de homens que confiam nele (veja 1 Samuel 15:22-23)
16-22 Ele não tem prazer nas palavras do ímpio, quem adora com os lábios e não com o coração (veja Mateus 15:7-9). O perverso:
Rejeita a correção que vem da palavra de Deus (17) Acha prazer e se torna cúmplice do pecado dos outros (18) Usa a língua para maltratar outros (19-20) Acha-se igual a Deus (21) Esquece de Deus (22)23 Deus quer a gratidão e a obediência do homem
Salmo 51 O Arrependimento de Davi
Antes de estudar este Salmo, leia a história do pecado de Davi com Bate-Seba (2 Samuel 11-12). Neste Salmo, Davi mostra seu arrependimento e procura voltar à comunhão com Deus
1-2 Davi pede perdão, apelando à benignidade e à misericórdia de Deus
3-6 Ele reconhece o seu pecado contra Deus, e sente-se muito longe do Senhor. Embora o pecado dele tenha atingido muitas outras pessoas, este Salmo se trata do problema maior: o rompimento da comunhão com Deus (4). Deus agiria de uma maneira
totalmente justa se castigasse Davi com a morte merecida (veja 2 Samuel 12:13).Alguns usam o versículo 5 para defender a doutrina de pecado “original” ou “herdado”, mas o ponto de Davi é outro. Este Salmo fala de pecado cometido por ele,e a descrição no versículo 5 enfatiza a distância entre o pecador e o seu Deus. Ele se sentiu tão longe de Deus que foi como se nunca o conhecesse
7-12 Davi pede purificação e renovação. O que ele precisou – e todo pecador precisa – foi de um coração novo, purificado e restaurado por Deus. Faremos bem lembrando que o pecador precisa de mais do que o perdão legal; necessita-se de um coração curado por Deus (veja 41:4)
13-15 Uma vez perdoado, Davi ensinaria aos outros o caminho do Senhor e louvaria a Deus.
Obs.: O pecado impede o louvor e o evangelismo. Quando as nossas transgressões interrompem a comunhão com Deus, perdemos a vontade e a força para divulgar a palavra e para adorar ao Senhor. Desta maneira, todos perdem: a pessoa que volta ao pecado perde a sua comunhão com Deus, os pecadores ao seu redor perdem a oportunidade de ouvir sobre a salvação, e Deus não recebe o louvor que ele merece
16-19 Deus não quer apenas sacrifícios e holocaustos. Ele quer o espírito quebrantado e o coração contrito. De pessoas que manifestam essas atitudes, ele aceitará o louvor e manterá comunhão com elas (veja 50:7-13)
Salmo 52 A Condenação de um Homem Poderoso
O título relaciona este Salmo à época em que Davi fugia de Saul e pediu ajuda ao sacerdote em Nobe. Doegue, um pastor edomita, falou para Saul da visita de Davi em Nobe, e Saul mandou que o edomita matasse 85 sacerdotes. Para melhor entender este Salmo de Davi,leia primeiro 1 Samuel 21:1-9; 22:6-23.
1-4 Em contraste com a eterna bondade de Deus, o perverso confia em destruição,engano e maldade
5-7 Deus destruirá o homem que confia nos seus bens, assim dando vitória aos justos
8-9 Davi confiava na misericórdia e na bondade de Deus

Salmo 53 A Insensatez da Incredulidade
Este Salmo é quase idêntico ao Salmo 14
1 Negar a existência de Deus é uma decisão insensata que leva a prática de coisas inconvenientes
2-3 Deus olha do céu e vê a injustiça geral dos homens
4 Será que os pecadores não entendem que a sua maldade terá conseqüências? O problema é que eles não invocam o Senhor
5 Deus castiga e espalha os perversos
6 Davi fala do seu desejo, até da sua ansiedade, de ver a salvação que vem de Deus Salmo 54 Davi Pede Livramento dos seus Perseguidores
O título deste Salmo se refere à ajuda que os zifeus deram a Saul quando este procurava Davi. Leia 1 Samuel 23:14-29 e 26:1-16
1-3 Davi apela a Deus por livramento dos perseguidores, homens violentos que não
respeitavam a Deus
4-5 O mesmo Deus que sustenta a vida do justo também castiga os ímpios. O caráter de Deus – especificamente a sua santidade, justiça e fidelidade – exige a distinção entre os que praticam o bem e aqueles que praticam o mal. Deus, necessariamente,
sustenta a vida dos fiéis e destrói os perversos
6-7 Salvo dos seus inimigos, Davi adora a Deus
Salmo 55 Davi Pede Justiça Contra os Traidores e Perseguidores
1-5 Davi sentiu muito medo por causa dos seus perseguidores, e perplexidade enquanto esperava a resposta de Deus
6-8 Se tivesse asas, ele fugiria para um lugar seguro e protegido dos tumultos e ventos tempestuosos
9-11 Ele pediu a justiça de Deus contra os malfeitores que praticavam a perversidade em toda parte da cidade
12-14 A parte mais difícil para Davi foi o fato de ser traído por um amigo íntimo que andava e até louvava a Deus com ele
15 Este versículo continua a descrição da violência na cidade (veja 9-11)
16-18 Davi procura a sua ajuda em Deus, invocando o Senhor o dia todo
19-21 Ele confia em Deus para castigar os perversos não arrependidos, que usam palavras brandas para enganar e esconder a sua malícia
22-23 Ele afirma novamente a sua confiança no Deus justo, que protege o justo e destrói o homem violento e fraudulento
Salmo 56 Davi Confia em Deus para o Livramento das Mãos dos Filisteus
Quando Davi fugia de Saul e chegou até Gate, ele temeu os filisteus. Este Salmo reflete a sua confiança em Deus naquela situação. Leia a história em 1 Samuel 21:10-15
1-4 Davi pede a proteção de Deus contra os seus muitos inimigos. O refrão do versículo 4 é quase igual ao dos versículos 10 e 11. Romanos 8:31 mostra a mesma confiança em Deus
5-7 Ele viu os inimigos tramando a sua morte, e pediu a justiça de Deus
8-11 Deus se compadece do sofredor e o protege da tribulação
12-13 Davi promete cumprir os seus votos a Deus, porque este o salvou
Salmo 57 Deus Envia a Sua Misericórdia e a Sua Fidelidade
Quando fugia de Saul, Davi se escondeu na caverna de Adulão em Moabe (1 Samuel 22:1-2)e, em outra ocasião, numa caverna no deserto de En-Gedi, no território de Judá (1 Samuel 23:29 – 24:22). Em um desses momentos, ou em outra ocasião semelhante, Davi escreveu este Salmo. Duas palavras são repetidas como base da confiança de Davi em Deus:misericórdia e fidelidade
1-5 Davi pede ajuda a Deus, confiando na misericórdia do Senhor (1). Ele espera a ajuda divina para se livrar dos seus inimigos (1-4). A primeira estrofe se encerra com o refrão de louvor no versículo 5
6-11 Os inimigos prepararam uma cova para Davi, mas eles mesmos caíram nela (6). Veja o relato de 1 Samuel 24, quando a situação foi invertida e Davi teve oportunidade de matar Saul. Davi confirmou a sua confiança no Senhor e o adorou (7-10). Esta estrofe
termina com o mesmo refrão da primeira

Perguntas
Responda às seguintes perguntas sobre Salmos 50 – 57.
Salmo 50
1. Quem merece, exclusivamente, a adoração do homem?
2. Deus precisa de sacrifícios e ofertas de homens para o sustentar?
3. O que Deus quer do homem?
4. Descreva a conduta dos ímpios.
Salmo 51
5. Qual foi a circunstância histórica deste Salmo de Davi?
6. Ele pecou somente contra Deus?
7. Davi nasceu com pecado original (herdado)?
8. Uma vez perdoado, o que Davi faria?
9. Quais sacrifícios agradam a Deus?
Salmo 52
10. Quem passou informações para Saul sobre Davi?
11. O que esse mesmo homem fez em Nobe?
Salmo 53
12. Este Salmo é quase idêntico a qual outro?
Salmo 54
13. Quem tentou entregar Davi para Saul?
14. Quem era o ajudador e sustentador de Davi?
15. O caráter de Deus exige qual atitude em relação aos ímpios?
Salmo 55
16. Por que Davi sentiu-se atemorizado?
17. Se ele tivesse asas, o que teria feito?
18. A pessoa que agiu contra Davi era inimigo ou amigo? É mais difícil lidar com a maldade de
inimigos, ou com a traição por parte de bons amigos?
19. O que aprendemos do versículo 21?
Salmo 56
20. Qual foi a circunstância histórica deste Salmo?
21. Se Deus é por nós, o homem pode nos derrotar?
Salmo 57
1. Quais duas características de Deus são destacadas
neste Salmo como a base da confiança de Davi?
2. Quem caiu na cova preparada para Davi?