Curso de Abertura & Velocidade

Curso de Abertura & Velocidade

Você tem uma câmera DSLR (Digital Single Lentes Reflex) e quer aprender a usar a abertura do diafragma em harmonia com a velocidade do obturador para que suas fotos fiquem mais artísticas? O Engenho de Fotos vai realizar uma Oficina com prática fotográfica para que o aluno aprende esses dois conceitos importantes da fotografia.

Além de aprender sobre velocidade de disparo do obturador e abertura do diafragma para entrada de luz na câmera, o aluno ainda vai saber configurar os modos de focagem, tipos de fotometragens, profundidade de campo, panning, distância focal, zooming, lightpainting e muito mais.

SERVIÇOS

Curso de Abertura & Velocidade (com ênfase para Fotografia Noturna)

Dias | 05 e 12 de dezembro | sábados

Horário | 14h00 às 18 horas

Pré-requisito | ter uma câmera com recursos avançados, profissional ou semi; um tripé para fotografia de longa exposição

Valor | R$ 230,00 à vista | R$ 90,00 em 3 x | Em até 12 vezes pelo PagSeguro

Informações | 3211-5436 / 9 8898-5436 / alexgurgel@msn.com

PLANO DE AULAS

05 de dezembro (sábado)

14h00 às 18h00

– Como funciona o mecanismo de Abertura do Diafragma e Velocidade do Obturador;

– Aula prática no final da tarde, pôr do sol no Rio Potengi. Como usar as técnicas de panning, Lightpainting, boked e zooming.

09 de dezembro (quarta-feira)

19h00 – Aula prática capturando as luzes do natal em natal.

12 de dezembro (sábado)

– Sensibilidade do ISO; modos de focagem; fotometria; profundidade de campo;

– Analise das fotos. Aula prática no final da tarde. Pôr do sol na praia de Genipabu.

– Entrega dos certificados.

SUGESTÃO de Prática Fotográfica

17 de dezembro (quinta-feira)

18h30 – Expedição Noturna Luzes do Natal em Natal.

– Ponto de Encontro: Estacionamento do Carrefour, em frente a Arvore de Natal.

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8º BPM recupera 115 veículos e apreende 40 armas nos nove primeiros meses de 2015

8º BPM recupera 115 veículos e apreende 40 armas nos nove primeiros meses de 2015

Batalhão é responsável pelo policiamento em 24 municípios da Região Agreste do Rio Grande do Norte

O 8º Batalhão de Polícia Militar (8º BPM), sediado no município de Nova Cruz, Região Agreste do Rio Grande do Norte, divulgou na manhã desta quinta-feira (22) o balanço das atividades realizadas durante os nove primeiros meses de 2015. De janeiro a setembro de 2015, o Batalhão, que é responsável pelo policiamento ostensivo e preventivo de 24 municípios, realizou 2.549 ocorrências, o que corresponde a uma média mensal de 283 ocorrências.

Durante esse período, a Polícia Militar conseguiu recuperar 115 veículos, entre carros e motocicletas, além de apreender mais 117 veículos durante os patrulhamentos por apresentarem irregularidades. A PM ainda conseguiu apreender, nos nove primeiros meses de 2015, 40 armas de fogo e simulacros e capturar nove foragidos da Justiça.

O 8º Batalhão de Polícia Militar é responsável pelo policiamento nos municípios de Nova Cruz, Montanhas, Monte das Gameleiras, Passagem, Passa e Fica, Boa Saúde, Canguaretama, Goianinha, São José de Campestre, Pedro Velho, Santo Antônio, Tibau do Sul, Serra de São Bento, Baía Formosa, Brejinho, Serrinha, Arêz, Espírito Santo, Lagoa Salgada, Várzea, Jundiá, Lagoa D’anta, Lagoa de Pedras e Vila Flor.

O comandante do Batalhão, tenente coronel Genilton Tavares, disse que o foco da atuação da Polícia Militar nos municípios é trabalhar de forma preventiva, educativa e ostensiva, como forma de diminuir os índices de criminalidade na região, bem como garantir a segurança da população.

“O 8º BPM atua de maneira ostensiva e preventiva, como força de dissuasão, e de maneira repressiva em caso de perturbação da ordem nos municípios de nossa área de atuação”, destaca o comandante tenente coronel Genilton Tavares.

Polícia Militar recupera dois veículos roubados nas zonas Oeste e Norte de Natal

Polícia Militar recupera dois veículos roubados nas zonas Oeste e Norte de Natal

O Comando de Policiamento Metropolitano (CPM), por meio dos 4º BPM e 9º BPM, recuperou dois veículos na manhã desta quinta-feira (22) na cidade de Natal.

No bairro de Felipe Camarão, na zona Oeste de Natal, um veículo tipo C3 de MYN 7161 foi recuperado, após populares informarem ao Centro Integrado de Operações de Segurança Pública, que o carro teria sido abandonado no local. Uma viatura do 9º Batalhão de Polícia Militar (9º BPM) foi ao local e encontrou o automóvel que tinha queixa de roubo/furto.

No Gramoré, na zona Norte de Natal, os policiais do 4º Batalhão de Polícia Militar (4º BPM) recuperaram um veículo tipo Celta de placas NNR 2257 que estava abandonado em uma estrada carroçável. O carro, que tinha queixa de roubo/furto, foi encontrado em um patrulhamento de rotina na região.

Os veículos foram encaminhados para a Delegacia Especializada na Defesa da Propriedade de Veículos e Cargas (Deprov) para o registro das ocorrências e posteriormente serão entregues aos proprietários.

Alimentos

Alimentos

Conceito– Alimentos é o pagamento pensões, ordenados, ou outras quaisquer quantias concedidas ou dadas, a título de provisão.

1 – A prestação de alimentos por parte de José num tempo de grande aflição para seus pais e irmãos mostra a preocupação que tinha para com os deveres familiares:

“E José sustentou de pão seu pai, seus irmãos e toda a casa de seu pai, segundo o número de seus filhos.” Gênesis 47:12

2 – É necessário para nossa felicidade pelo menos o básico para sustentar nossa vida:

“Porque nada temos trazido para o mundo, nem cousa alguma podemos levar dele.

Tendo sustento e com que nos vestir, estejamos contentes.” 1 Timóteo 6:7, 8.

3 – O alimento e o vestuário são importantes, mas a vida não se resume nisto, instrução, nível de vida, bens espirituais não devem faltar numa família:

“Por isso vos digo: Não estejais ansiosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer, ou pelo que haveis de beber; nem, quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o alimento, e o corpo mais do que o vestuário?” Mateus 2:25

A SÉTIMA PALAVRA E ULTIMA PALAVRA DE JESUS NA CRUZ

A SÉTIMA PALAVRA

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O texto para a mensagem de hoje está no evangelho de Lucas, capítulo 23, a partir do verso 44:

“Já era quase a hora sexta e, escurecendo-se o sol, houve trevas sobre toda a terra até à hora nona. E rasgou-se pelo meio o véu do santuário. Então Jesus clamou em alta voz: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito! E, dito isto, expirou.” (S. Lucas 23:44 a 46).

Estas são as últimas palavras de Jesus. Sua missão está chegando ao fim. Suas últimas palavras são: “Pai, nas Tuas mãos entrego o meu espírito.”

Dizem que as pessoas geralmente morrem do jeito que vivem. A vida de Cristo foi uma vida de entrega, de dependência e de submissão. E é justamente isso que faz antes de morrer. “Pai — ele diz — Nas Tuas mãos entrego o meu espírito”.

Sua vida vitoriosa, Seus atos vitoriosos, tudo, foi um resultado de uma vida de dependência do poder de Seu Pai. Que diferença da vida de auto-suficiência que às vezes nós vivemos!

A vida de Jesus foi completamente diferente. Sua vida foi sempre uma vida de entrega e morreu do jeito que viveu. Queira Deus que quando chegarmos ao fim de nossa existência, as nossas palavras revelem o que foi a nossa vida.

A essa altura quero lhe fazer uma pergunta: Se você tivesse que resumir todo o processo da salvação numa só palavra, que palavra usaria? Evangelho, Jesus, perdão, justificação, santificação? Que palavra você usaria?

Um dia, o jovem rico chegou a Jesus e perguntou: “Mestre, que farei eu de bom, para alcançar a vida eterna? Respondeu-lhe Jesus: “…guarda os mandamentos”.(Mateus 19:16 e 17)

Esse mesmo Jesus, em São João 6:47 diz: “Em verdade, em verdade vos digo: Quem crê, tem a vida eterna.” (S. João 6:47).

Aqui encontramos uma aparente contradição. Para ter a vida eterna, é preciso guardar os mandamentos ou crer em Jesus? Se isto não ficar claro, os cristãos vão se dividir em dois grandes grupos: aqueles que acham que o segredo da vida eterna é crer em Jesus, e aqueles que acham que o segredo da vida eterna é guardar mandamentos.

Mas amigo, Jesus não veio para dividir os Seus filhos. Como podemos então entender que da boca de Jesus saíram ambas declarações? O que Jesus estava querendo dizer? Vamos à segunda declaração. Quando Ele disse: “Quem crê, tem a vida eterna”. (João 6:47). Ele fala também: “Este é o pão que desce do céu…(João 6:50). Ele diz mais: “…Se não comerdes a carne do Filho do homem e não beberdes o seu sangue, não tendes vida em vós mesmos.” (João 6:53).

Você precisa crer para ser salvo. Precisa crer para ter vida eterna. Mas além disso, precisa comer Seu corpo e beber Seu sangue. Aqui há duas figuras de linguagem interessantes: comer e beber.

Coloque um bocado de pão na boca e me diga: Quanto do pão você come? Coloque um gole de água na boca e me diga: Quanto dessa água você bebe? A resposta é simples; toda. O pão todo que você coloca na boca, a água toda. Quer dizer, que se você crer em Jesus, é necessário crer em tudo. Não pode crer parcialmente. Deve haver uma entrega completa. Seu corpo, sua mente, suas emoções, tudo, tudo. É necessário crer, mas não basta crer da boca para fora.

Agora vamos entender o que Jesus disse para o jovem rico: “Se queres, porém, entrar na vida eterna, guarda os mandamentos.” (Mateus 19:17).

O jovem ficou confuso com essa declaração; não compreendeu. Por que você acha que Jesus disse algo semelhante? Porque Jesus foi um grande Mestre! Ele trabalhava com as pessoas levando-as do conhecido para o desconhecido. E aquele jovem rico havia crescido numa igreja que só pensava em mandamentos.

Tudo o que ele conhecia eram mandamentos.

Jesus quis levar aquele jovem ao desconhecido, ao terreno da fé. Só que tinha que levá-lo a partir do conhecido. E como tudo o que ele conhecia era a lei, Jesus começou por aí. E o jovem afirma: “Tudo isso tenho observado…” (Mateus 19:20).

E Jesus lhe diz: “…Se queres ser perfeito, vai, vende os teus bens, dá aos pobres, e terás um tesouro no céu; depois vem, e segue-me.” (Mateus 19:21).

O que Jesus está tentando dizer é: “Filho, você tem que entregar tudo, se quiser ter vida eterna”.

Para entender melhor este assunto, temos que ler Marcos capítulo 10, onde está a história do jovem rico. Um pouco antes, no verso 13 deste capítulo, é registrada a história de quando as criancinhas corriam aos braços de Jesus e os discípulos não as repreendiam. Então Jesus disse: “Deixai vir a mim os pequeninos, e não os impeçais; porque dos tais é o reino de Deus.” (Marcos 10:14).

Depois tomou uma criança e disse: “…Quem não receber o reino de Deus como uma criança, de maneira nenhuma entrará nele.” (Marcos 10:15).

Minutos mais tarde, disse ao jovem rico: “Vende tudo o que tens… e segue-me”.

Mas o que quer dizer tornar-se como uma criança?

Às vezes pensamos que, se queremos entrar no Reino dos Céus temos que nos tornar como crianças, quer dizer, temos que nos tornar inocentes, puros e limpos. Mas um adulto também pode ser puro, limpo e honesto. Pureza não é patrimônio somente das crianças. O que Jesus está querendo dizer é que para entrar na vida eterna temos que aceitar Jesus como uma criança? Esta é uma ilustração maravilhosa. A criança é completamente dependente.

Pense em seu filhinho de 1 ano que quer comer sozinho. Ele não consegue, mas você o ajuda. Ele depende de você; e quando tenta fazer tudo sozinho, só faz sujeira. Se eu colocar na floresta, uma criança de 3 anos com uma mochila cheia de comida, corda, fósforo, combustível, faca, ferramentas, e a deixar sozinha, você acha que essa criancinha vai conseguir sobreviver? Claro que não! Apesar de ter tudo, ela não tem condições de sobreviver. Mas se eu deixar na floresta, um adulto, nas mesmas condições, com certeza vai sair vivo.

O que Jesus está querendo dizer aqui? Que se queremos entrar no Reino dos Céus temos que ser como crianças, quer dizer, temos que depender completamente de alguém mais poderoso que nós. Temos que entregar tudo, comer todo o pão, beber todo o sangue, entregar nosso ser inteiro, crer completamente, depender, porque sozinhos estamos perdidos. Precisamos de um poder superior a nós.

Meu amigo, Jesus veio a este mundo e viveu a vida toda dependendo de Seu Pai. Ele não precisava fazer isso porque Ele era Deus; podia viver sozinho. Mas viveu dependendo do Pai para nos ensinar a grande lição que precisamos aprender se quisermos sobreviver na vida espiritual: a lição da dependência.

Finalmente você viu que a última palavra que nos deixou foi também uma lição de dependência: “Nas Tuas mãos entrego o meu espírito”. (Lucas 23:44 a 46).

 Precisamos a confiar menos em nossas próprias forças, mas no poder que vem do Pai.

A única maneira de sobreviver neste mundo é estender nossa mão de criança em direção ao Pai, segurar Seu braço poderoso e deixar que Ele nos leve até o fim da carreira cristã.
Mas depender do Pai não é fácil, sabe por quê? Porque nós viemos a este mundo trazendo uma natureza independente, uma natureza que quer resolver os problemas sozinha. Uma natureza que não quer que outro dirija o caminho; ela quer ter o controle das coisas. Isso faz com que vivamos separados de Deus. É fácil confundir ser membro de igreja com ser cristão. Para ser membro de igreja, basta ir à igreja. Para ser cristão você deve aprender a depender de Deus cada minuto da sua vida.

Quando Cristo voltar a este mundo muitos terão uma grande surpresa. Alguns membros de igreja se perderão, porque cristianismo não é somente pertencer a uma igreja, isso é parte da vida cristã, sim, mas isso não é tudo. Cristianismo é dependência, é entrega, é comunhão, é companheirismo permanente, diário com o Senhor Jesus.

 *** Mas o ser humano não gosta de depender de Deus. Quantas vezes Deus nos vê, com tristeza, partir para nossos próprios caminhos, e Ele fica ali, nos olhando, e pensando: “Pobre filho! Aonde ele pensa que vai? O que ele vai fazer com sua vida?” E lá, nos machucamos e voltamos correndo. Mas o mais maravilhoso é que Jesus não nos critica por isso.

Talvez um dia você tenha que vir a Deus porque não tem mais para onde ir.

Não permita que sua saúde, o dinheiro que Deus lhe deu, o emprego que conseguiu ou a cultura que adquiriu, em lugar de uma bênção, se torne um obstáculo para que você possa entregar completamente sua vida a Deus e aprender a depender dEle como uma criança.

Lembre-se que a vida cristã é uma vida de dependência. Faça um voto agora: nunca começar o dia sem ler a Palavra de Deus. Leia um versículo e pense no que Deus está falando para você. Leia uma meditação matinal.

Abra o seu coração e fale com Ele. Consulte-O sobre seus negócios e decisões. Se precisar vender um carro, consulte Deus. Se tiver que comprar uma roupa, consulte Deus. Se tiver que assinar um cheque, consulte-O também. Aprenda a depender dEle. Você prosperará, crescerá, mas crescerá dependendo dEle. Sua segurança não estará naquilo que você é, ou naquilo que você tem, mas nAquele de quem depende.

Jesus disse que se não formos como crianças não entraremos no Reino dos Céus. Aprenda a ser criança. Diga a Ele: “Senhor, sou uma criança; preciso de Ti. Entra em minha vida e transforma meu coração. Liberta-me, conduze-me, dá-me a vitória, preciso de Ti. Quero estudar Tua palavra, conhecer mais o plano que tens para minha vida. Unir-me ao Teu povo nesta terra, preparar-me para a Tua volta.

 

Amanhã

Amanhã

“…não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o Senhor trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal” – Mateus 6:34
O dia de amanhã é uma das maiores fontes de preocupação de muitas pessoas. O medo de perder algo ou alguém, o medo do desemprego, da enfermidade, dos acidentes, do futuro dos filhos e tantas outras coisas acabam minando as estruturas de vida da pessoa, que deixa de viver o hoje preocupada com o que poderá acontecer no amanhã.

Quando alguém fica demais preocupado com o amanhã ele corre uma série de riscos:

1. Gasta todas as suas energias em preocupações que não resolvem os problemas, mas que fazem com que se perca a esperança de solução.
2. Vê o problema como sendo maior do que na verdade ele é. Isso porque só se olha para o problema. E os problemas são do tamanho da atenção que se dá eles. Quanto mais se olha para um problema maior ele fica. Além disso, a pessoa começa a se sentir incapaz e sem forças para superá-lo.
3. Não percebe aquilo que Deus está lhe fazendo por ela. A preocupação e o medo são tão grandes, que a pessoa não valoriza aquilo que o Senhor faz em seu favor no dia a dia. Desta forma, pensa-se que os problemas serão solucionados pela pessoa e não pelo Senhor.

Para vencermos essa preocupação excessiva, temos que olhar para Deus a fim de vermos tudo o que Ele é o aquilo que Ele faz. Por ser Deus, Ele pode fazer tudo aquilo que para nós é impossível. Ele nos guiou no passado, nos sustenta no presente e conhece aquilo que nós não conhecemos: o futuro. Além disso, Ele prepara todas as circunstâncias de nossa vida para proporcionar aquilo que é melhor para nós (“…todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus…” – Romanos 8:28).

Norman Vincent Peale afirma: “Se, na insônia, as apreensões pelo amanhã perturbam, recorde-se, simplesmente, de que Deus o ajudou a cada dia até aquele momento vivido, e que amanhã não será uma exceção”. Foi por isso que Jesus disse: “Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas”.

Se o amanhã o preocupa, confie n’Aquele que é o dono do ontem, do hoje e do amanhã.

(autor: Paulo Cesar Ramalho)

A SEXTA PALAVRA PALAVRA DE CRISTO NA CRUZ

SEXTA PALAVRA

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O texto para a mensagem de hoje está no evangelho segundo São João 19:28 a 30: “Depois, vendo Jesus que tudo já estava consumado, para se cumprir a Escritura, disse: Tenho sede! Estava ali um vaso cheio de vinagre. Embeberam de vinagre uma esponja e, fixando-a num caniço de hissope, lhe chegaram à boca. Quando, pois, Jesus tomou o vinagre, disse: Está consumado! E, inclinando a cabeça, rendeu o espírito.”

Vamos analisar hoje a expressão: “Está consumado”. Ela quer dizer: está acabado, está completado.

Jesus veio a esta terra com um propósito. Qual foi o propósito de Jesus ao deixar a glória celeste, tomar a forma humana, nascer como uma criança e viver, sendo tentado em tudo para finalmente morrer na cruz?

Para entender isto temos que ir primeiro ao Jardim do Éden. Deus, o Pai, criou o mundo em seis dias.

Criou o sol, as estrelas, a lua, o mar, o firmamento, as árvores, os animais e finalmente, na sexta-feira,

Ele criou o ser humano. E aquele dia, ao pôr-do-sol, diz a Bíblia: Deus o Pai, contemplou a obra da criação e exclamou:

– Está tudo muito bom. Está completado, consumado. Está realizado o trabalho da criação e tudo é perfeito. Tudo está em seu lugar; tudo como deveria ser; um mundo perfeito e harmonioso, e o ser humano para desfrutar de felicidade em meio a essa criação sem defeito. Depois de contemplar a maravilhosa criação, Deus descansou no sábado, deixando assim para o homem, um dia especial de comunhão entre a criatura e o Criador.

Mas então, o inimigo de Deus, como se fosse uma criança mal-criada diante de um quadro recém-acabado e com a tinta fresca, vem e coloca a mão, e bagunça todo o quadro da criação. Num mundo onde não havia dor, ele coloca dor; onde não existia morte, ele coloca morte; onde não existia traição, coloca a traição.

O quadro maravilhoso da criação ficou todo arruinado. Agora há lágrimas, solidão, tristeza, morte, traição e desconfiança. O mundo está arruinado. Mas Deus não pode aceitar que as coisas fiquem pra sempre desse jeito. Ele não pode permitir que o ser humano que Ele criou com amor para ser feliz, viva num mundo de infelicidade, padecendo fome, sede, injustiça social, pobreza. Não, Deus não podia permitir isso e em Seus planos eternos já estava providenciada a obra maravilhosa da redenção.

Desta vez é Deus, o Filho, que se torna homem e vem a esta Terra para realizar o trabalho de restauração. O Filho tem que recriar, restaurar, redimir e salvar o que estava arruinado. E o Senhor Jesus inicia o Seu trabalho de restauração.

É um trabalho penoso, porque Ele vem ensinar o ser humano que é possível ser vitorioso em meio a um mundo turbulento. Por exemplo, uma noite, os Seus discípulos estavam num barquinho em meio à escuridão, sentindo que iam se afundar no mar da vida. O vento era contrário, as trevas densas, as ondas entravam no barquinho e eles lutavam inutilmente. Chegou um momento em que não podiam mais e estavam à beira do desespero e da loucura. Mas nesse momento Jesus apareceu andando no meio do mar e dizendo: “Filhos, neste mundo, muitas vezes vocês viverão horas tão difíceis que vos assaltará o pensamento de que tudo está perdido. Mas eu estou aqui, esta noite, para ensinar-lhes uma coisa: Nem tudo está perdido. Há esperança! O sol pode brilhar na meia-noite da vida. Quando você acha que já não tem mais forças para lutar, Eu estarei presente e ajudarei você a tornar-se vitorioso”.

Será que você é alguém que está vivendo a noite mais escura da sua vida? Seu relacionamento familiar tem chegado a um ponto que você acha que humanamente não pode fazer mais nada?

Lá na escuridão do mar, os discípulos estavam cansados de lutar e Jesus apareceu para dizer: “Quando você não tem mais forças, Eu ainda posso aparecer..Dê uma oportunidade a Jesus.”

Jesus veio a esta Terra para cumprir uma missão: ensinar-nos que embora vivamos num mundo onde o pecado anda solto, machucando, ferindo e destruindo vidas, nem tudo está perdido para aqueles que acreditam em Nele.

Ele cumpriu Sua missão. Encontrava um leproso, com sua pele caindo aos pedaços, e o toque maravilhoso de Sua mão deixava a pele desse leproso como a de uma criança recém-nascida. Com isso, Jesus estava dizendo que se alguma vez em sua vida espiritual, sua pele estiver caindo aos pedaços, podre pela lepra maldita do pecado, pode ir a Jesus e o toque maravilhoso de Sua mão o fará um novo ser, uma nova criatura, o purificará e o limpará.

Jesus encontrou um dia um cego que nunca tinha enxergado a beleza de uma flor; o toque maravilhoso de Sua mão abriu os seus olhos. Isso quer dizer que se neste mundo você não consegue fazer diferença entre as coisas certas e as coisas erradas da vida, se você é um cego espiritual, pode ir a Ele e Sua mão maravilhosa abrirá seus olhos e lhe mostrará uma nova dimensão da vida.

Ele encontrou outro dia uma mulher pecadora que passava de mão em mão por todos os homens da cidade. E Jesus lhe devolveu a dignidade e o respeito próprio. Ele veio a este mundo para restaurar o que o inimigo tinha deteriorado, para recriar, para salvar, para devolver a esperança. Mas para isso era preciso pagar o preço da culpa humana, porque se o homem pecou, tinha que morrer. Não havia outro caminho. O ser humano não queria morrer, mas se existiu pecado, tinha que haver morte. Como solucionar este problema?

Alguém tinha que morrer. Só que Deus não pode morrer porque é Deus. Então Ele teve que se fazer homem para poder morrer. Nenhuma criatura, incluindo os anjos, podia morrer pra salvar o homem, porque nenhuma criatura tem vida própria. A única pessoa que podia morrer para salvar o homem era alguém que tivesse vida em si e que ao mesmo tempo pudesse morrer. Assim, o pecado seria pago. A dívida humana seria paga e o homem poderia receber a salvação de graça. Por isso, Deus teve que se fazer homem e teve que morrer na pessoa de Jesus.

Éramos nós que merecíamos que nos cuspissem no rosto. Éramos nós que merecíamos que nos colocassem uma coroa de espinhos. Éramos nós que merecíamos as chicotadas nas costas até sangrar. Éramos nós que merecíamos morrer pregados numa cruz. Fomos nós que fizemos as coisas erradas.

Em Jesus, ninguém encontrou um pecado. Ele nunca fez nada errado; Ele não tinha porquê morrer.

Mas já que nós não queríamos morrer, alguém teria que morrer em nosso lugar.

Ele morreu, e com Sua morte, terminou Sua obra de salvação, sofreu tudo o que podia sofrer, ensinou tudo o que podia ensinar, mostrou o caminho da salvação e uma sexta- feira à tarde Deus, na pessoa de Jesus, pregado na cruz do Calvário, olha para o quadro restaurado, salvo, reintegrado, refeito, agora o homem não está condenado só a viver num mundo de infelicidade; agora ele tem uma saída. Jesus, lá da cruz, vê a obra de redenção terminada e exclama: “Está tudo muito bom. Está completo. Está consumado!” Então morre. No sábado, descansa na tumba, mostrando-nos que ainda resta um dia de repouso depois do Calvário.

Deus havia doado Tudo que Ele tinha, Jesus. Tudo o que Jesus precisava fazer para salvar-nos está feito. Não precisamos fazer mais nada. O ser humano, porém, por algum motivo, não aceita nada que é de graça. Se eu lhe der de presente neste momento um carro zero quilômetro, último modelo, você vai olhar pra mim e vai pensar: “O que ele vai me cobrar depois?” porque neste mundo aparentemente ninguém entrega nada de graça.

Vivemos num mundo em que temos que pagar por tudo. Se vamos a uma loja comprar um terno e vemos que custa 30 reais, não compramos e começamos a pensar: “Não pode ser. Se está tão barato é porque não presta”, porque vivemos num mundo no qual as coisas que valem, custam muito. Estamos acostumados a pagar, e quanto mais caro pagamos, temos a impressão de que adquirimos o que é melhor.

Por isso, é difícil acreditar que se vivemos mal a vida toda, se andamos em pecado e caímos em miséria, de repente podemos ser salvos de graça, sem pagar nada, sem dar um centavo. É inacreditável!

Alguém pagou o preço pra descobrir a penicilina. Aí está o remédio pronto. Mas não vale nada para o doente que não reconhece que está doente e não quer ir ao médico e que não aceita o remédio.

A salvação da raça humana está providenciada na cruz do Calvário. Está tudo feito, tudo pago, consumado. Mas isso não vale nada para você se você não aceitar, se você não reconhecer que precisa e não correr aos braços de Jesus.

Quando Jesus morreu crucificado com os braços abertos, queria dizer: “Filho, estou aqui de braços abertos esperando por você. Venha a Mim enquanto pode vir. Não importa se você já falhou uma ou mil vezes. Nunca pense que para você não há mais chance.”

Nós merecemos morrer, mas um dia, Jesus subiu à montanha do Calvário. Era difícil. Era tão difícil que na véspera, no Getsêmani, Jesus disse: “Pai, tenho medo de morrer. Se puderes passa de mim este cálice”. Mas o Pai disse: “Filho, alguém tem que morrer para salvar o ser humano”. E Jesus, olhando para você disse:

“Está bom. Eu amo você. E não importa o que eu tenha que sofrer, se é para salvar você, sofro.”

Ele sofreu em nosso lugar. Pregaram Seus pés e Suas mãos. Colocaram uma coroa de espinhos em Sua fronte, cuspiram em Seu rosto, bateram Nele. Zombaram, caçoaram, xingaram-No e em silêncio suportou tudo. Então você não tem o direito de dizer que está perdido. Lá da cruz Ele exclamou: “Está feito. Está consumado!”

Só resta você aceitar.  Abra seu coração agora. Aceite! Jesus está esperando.